Letra de Gauderiada - Iedo Silva
Disco A
01
Pampa na Garupa
02
Queixo Seco
03
Chiquita
04
Gaita da Bossoroca
05
Chote Laranjeira
06
Passo do Bugio
07
Gauderiada
08
Me Comparando ao Rio Grande
09
Despedida de Peão
10
Faculdade Campeira
11
Imaginação
12
Gritos Que Se Perderam
13
Ala Pucha
14
A Dança dos Compadres
15
Águas de Cachoeira
16
Tico Tico No Fubá
17
Cevando o Mate
Gauderiada
De bombacha e alpargata e uma faixa na cintura
A viola meia espada, na guampa cachaça pura
Sou mesmo que pirilampo que brilha na noite escura
Num entrevero de dedo viola bem afinada
Cantando pra mil amores num estilo de pajada
Um gauderio cantador fandangueando a madrugada.
Vou emendando semanas de trago e de cantorias
Tiro os arreios da noite e monto a cavalo no dia.
Depois do primeiro trago eu entro em qualquer bolicho
Sem saber o preço da banha, nem se arranha o carrapicho
Me vou pro lado das chinas por certo arranjo um cambicho
Já dou de mão na viola mesmo sem ter permissão
O bolicheiro me conhece já sabe minha intensão
Rasgo o silêncio da noite nas cordas do violão
Vou emendando semanas de trago e de cantorias
Tiro os arreios da noite e monto a cavalo no dia.
Bolicheiro quer fechar, fala om boas maneiras
O sol já está esquentando e hoje é segunda feira
E eu do lado da china engambelo a saideira
A prosa no pé da orelha entenda como quiser
Proposta pra ajuntar os trapos para o que der e vier
Saio ajojado com a china seja lá o que deus quiser.
Vou encerrando a semana de trago e de cantorias
Tiro os arreios da noite e monto a cavalo no dia.
A viola meia espada, na guampa cachaça pura
Sou mesmo que pirilampo que brilha na noite escura
Num entrevero de dedo viola bem afinada
Cantando pra mil amores num estilo de pajada
Um gauderio cantador fandangueando a madrugada.
Vou emendando semanas de trago e de cantorias
Tiro os arreios da noite e monto a cavalo no dia.
Depois do primeiro trago eu entro em qualquer bolicho
Sem saber o preço da banha, nem se arranha o carrapicho
Me vou pro lado das chinas por certo arranjo um cambicho
Já dou de mão na viola mesmo sem ter permissão
O bolicheiro me conhece já sabe minha intensão
Rasgo o silêncio da noite nas cordas do violão
Vou emendando semanas de trago e de cantorias
Tiro os arreios da noite e monto a cavalo no dia.
Bolicheiro quer fechar, fala om boas maneiras
O sol já está esquentando e hoje é segunda feira
E eu do lado da china engambelo a saideira
A prosa no pé da orelha entenda como quiser
Proposta pra ajuntar os trapos para o que der e vier
Saio ajojado com a china seja lá o que deus quiser.
Vou encerrando a semana de trago e de cantorias
Tiro os arreios da noite e monto a cavalo no dia.