Letra de Herança Campeira - João Luiz Corrêa
Disco A
01
Eu Quero Também
02
No Fandango das Chilenas
03
Rachando as Paletas
04
De Quem Já Nasceu Pilchado
05
O Que Vai Ser
06
Só no Ditado
07
Nas Unhas de Um Graxaim
08
Um Cambicho na Internet
09
Rodeio de Tauras
10
Chinoca Morena
11
Fandango No Pagador
12
Um Cantinho De Saudade
13
Herança Campeira
14
De Campo e Lavoura
Herança Campeira
(Amaro Peres & Ademar Pereira)
O meu pai foi laçador, meu avô flor de campeiro
E por isso meu parceiro, ser domador é minha sina
Quero bem os meus guris, me orgulho da minha china
E por isso meu parceiro, ser domador é minha sina
Levanto junto com os galos, preparo um mate a capricho
Depois vou lidar com os bichos, peço a deus a proteção
Que abençoe mais um dia, na nobre lida de peão
Depois vou lidar com os bichos, peço a deus a proteção
Meu tirador couro cru, meu cavalo puro sangue
Ganho essa vida no braço, e num simples tiro de laço
Abraço todo o rio grande!
O bigode enfumaçado, uma estampa verdadeira
Tenho a alma galponeira, que meu pai sonhou prá mim
Sou gaúcho até o fim, raiz da velha figueira
Me orgulha a herança campeira, que mora dentro de mim
“esta é uma homenagem, aos nossos antepassados
Guerreiros antigos, que às vezes são esquecidos,
Mas são os gaúchos de fato”
O lidar a qualquer hora, debaixo de sol ou lua
É minha verdade crua, me engrandece o trabalho
A minh’alma se desdobra, igual carta de baralho
É minha verdade crua, me engrandece o trabalho
Quero deixar pro meu filho, uns apêros de lembrança
Prá que guarde como herança, o amor por esse pago
Prá que ele jamais esqueça, de honrar o lenço encarnado
Quero deixar pro meu filho, o amor por esse pago
O meu pai foi laçador, meu avô flor de campeiro
E por isso meu parceiro, ser domador é minha sina
Quero bem os meus guris, me orgulho da minha china
E por isso meu parceiro, ser domador é minha sina
Levanto junto com os galos, preparo um mate a capricho
Depois vou lidar com os bichos, peço a deus a proteção
Que abençoe mais um dia, na nobre lida de peão
Depois vou lidar com os bichos, peço a deus a proteção
Meu tirador couro cru, meu cavalo puro sangue
Ganho essa vida no braço, e num simples tiro de laço
Abraço todo o rio grande!
O bigode enfumaçado, uma estampa verdadeira
Tenho a alma galponeira, que meu pai sonhou prá mim
Sou gaúcho até o fim, raiz da velha figueira
Me orgulha a herança campeira, que mora dentro de mim
“esta é uma homenagem, aos nossos antepassados
Guerreiros antigos, que às vezes são esquecidos,
Mas são os gaúchos de fato”
O lidar a qualquer hora, debaixo de sol ou lua
É minha verdade crua, me engrandece o trabalho
A minh’alma se desdobra, igual carta de baralho
É minha verdade crua, me engrandece o trabalho
Quero deixar pro meu filho, uns apêros de lembrança
Prá que guarde como herança, o amor por esse pago
Prá que ele jamais esqueça, de honrar o lenço encarnado
Quero deixar pro meu filho, o amor por esse pago