Letra de Cancioneiro das Coxilhas - Os Tiranos
Disco A
01
Cancioneiro das Coxilhas
02
Bailando o Chamamé
03
Paleteando
04
De Um Canto Saudade
05
Eu Sou Da Serra
06
Brasil de Bombacha
07
Gaúchos do Litoral
08
Querência Vazia
09
Fim de Semana
10
São Francisco é Terra Boa
11
Lida Bruta
12
A Minha Gente do Sul
13
Gaúcho e Tanto
14
De Sangue Catarinense
15
Esse Teu Geito
16
Aqui No Potreiro Velho
17
Rodeio da Saudade
Cancioneiro das Coxilhas
Quando saio a cavalo
Montando no meu baio
Cortando as coxilhas
Eu não acho atrapalhado
Com a gaita na garupa
Pois eu a sempre tenho
Vou dizendo que saio
Só não sei é quando venho
Atravesso as canhadas
Só na macha troteada
E numa boa sombra
Eu faço a sesteada
Eu abro a minha gaita
E dou uma toada
De coxilha em coxilha
Só se ouve a toada
E quando é de tardinha
Que o sol já vai entrando
Na casa de um fazendeiro
Eu vou me aproximando
Com licença moçada
De longe eu vou gritando
É o cancioneiro das coxilhas
Que aqui ai vai chegando
E quando 'os galos cantam'
No romper da madrugada
Lidando na mangueira
Junto com a peonada
Tomando um bom amargo
No baio eu jogo a encilha
E alegre se despede
O cancioneiro das coxilhas
Montando no meu baio
Cortando as coxilhas
Eu não acho atrapalhado
Com a gaita na garupa
Pois eu a sempre tenho
Vou dizendo que saio
Só não sei é quando venho
Atravesso as canhadas
Só na macha troteada
E numa boa sombra
Eu faço a sesteada
Eu abro a minha gaita
E dou uma toada
De coxilha em coxilha
Só se ouve a toada
E quando é de tardinha
Que o sol já vai entrando
Na casa de um fazendeiro
Eu vou me aproximando
Com licença moçada
De longe eu vou gritando
É o cancioneiro das coxilhas
Que aqui ai vai chegando
E quando 'os galos cantam'
No romper da madrugada
Lidando na mangueira
Junto com a peonada
Tomando um bom amargo
No baio eu jogo a encilha
E alegre se despede
O cancioneiro das coxilhas