Letra de Não Podemo Se Entrega Pros Home - Garotos de Ouro
Disco A
01
Quebradeira
02
Me Bate Nega Veia
03
O Socadão
04
Rei Do Batidão
05
Pra Viver Esse Amor
06
Filha do Gaiteiro
07
Irmãos e Amigos
08
Esqueci
09
Bica Meu Galo
10
Ôh Saudade!
11
Bem na Moda da Fronteira
12
S.O.S. Coração
13
Bailezito
14
Paixão Campeira
15
Obrigado Patrão Velho
16
Abertura
17
Segredos do Meu Cambicho
18
Entrando no M’bororé
19
Gaúcho Forte
20
Batendo Água
21
Procurando Cambicho
22
Veterano
23
Na Baixada do Manduca
24
Pau Que Dá Cavaco
25
Esta Saudade
26
Gaitita
27
Domando a Cordeona
28
Não Podemo Se Entrega Pros Home
29
Baile do Sapucay
30
Rastro da História
31
Tertúlia
32
Gaita e Gaiteiro
33
Tempo de Agradecer
Não Podemo Se Entrega Pros Home
O gaúcho desde piá vai aprendendo
A ser valente não ter medo, ter coragem
E em manotaços do tempo e em bochinchos
Retempera e moldura sua imagem
Não podemos se entregá pros home
De jeito nenhum amigo e companheiro
Não tá morto quem luta e quem peleia
Pois lutar é a marca do campeiro
Com lanças, cavalo e no peitaço
Foi plantada a fronteira desse chão
Pois as cruzes solitárias nas coxilhas
A relembrar a valentia de tanto irmão
E apesar dos bons cavalos e dos arreios
De façanhas gaúchas carreiradas
A lo largo o tempo foi passando
Plantando como rumo em suas pousadas.
Vieram cercas, porteiras, aramados
Veio o trator com seu ronco matraqueiro
E no tranco sem fim da evolução
Transformou a paisagem dos potreiros
E ao contemplar o agora de seus campos
O lugar onde seu porte ainda fulgura
O velho taura dá de rédeas no seu eu
E esporeia o futuro com bravura.
A ser valente não ter medo, ter coragem
E em manotaços do tempo e em bochinchos
Retempera e moldura sua imagem
Não podemos se entregá pros home
De jeito nenhum amigo e companheiro
Não tá morto quem luta e quem peleia
Pois lutar é a marca do campeiro
Com lanças, cavalo e no peitaço
Foi plantada a fronteira desse chão
Pois as cruzes solitárias nas coxilhas
A relembrar a valentia de tanto irmão
E apesar dos bons cavalos e dos arreios
De façanhas gaúchas carreiradas
A lo largo o tempo foi passando
Plantando como rumo em suas pousadas.
Vieram cercas, porteiras, aramados
Veio o trator com seu ronco matraqueiro
E no tranco sem fim da evolução
Transformou a paisagem dos potreiros
E ao contemplar o agora de seus campos
O lugar onde seu porte ainda fulgura
O velho taura dá de rédeas no seu eu
E esporeia o futuro com bravura.