Letra de Ôh Saudade! - Garotos de Ouro
Disco A
01
Quebradeira
02
Me Bate Nega Veia
03
O Socadão
04
Rei Do Batidão
05
Pra Viver Esse Amor
06
Filha do Gaiteiro
07
Irmãos e Amigos
08
Esqueci
09
Bica Meu Galo
10
Ôh Saudade!
11
Bem na Moda da Fronteira
12
S.O.S. Coração
13
Bailezito
14
Paixão Campeira
15
Obrigado Patrão Velho
16
Abertura
17
Segredos do Meu Cambicho
18
Entrando no M’bororé
19
Gaúcho Forte
20
Batendo Água
21
Procurando Cambicho
22
Veterano
23
Na Baixada do Manduca
24
Pau Que Dá Cavaco
25
Esta Saudade
26
Gaitita
27
Domando a Cordeona
28
Não Podemo Se Entrega Pros Home
29
Baile do Sapucay
30
Rastro da História
31
Tertúlia
32
Gaita e Gaiteiro
33
Tempo de Agradecer
Ôh Saudade!
Lembro com saudade lá do meu sertão
Os tempos que se foram e não voltam mais
Passear de canoa na curva do rio
Das modas que eu cantava com o meu velho pai
Bailar com a morena lá do outro lado
Passar o rio a nado ainda bem cedinho
Mamãe me esperando cheia de saudade
Que felicidade quando ela me via;
Toca sanfoneiro essa sanfona
Que eu até pego carona
Pra lembrar do meu passado
Gosto do cantar dos passarinhos
Uma rede na varanda
E uma viola bem tocada;
A casinha branca na beira da mata
O cantar do sapo enfeitando a lagoa
Comidinha feita no fogão de lenha
Vidinha pacata mas era tão boa;
Se a saudade aperta não adianta chorar
Só resta acalmar o peão
Voltar pra minha terra também não vai dar
Se ninguém me espera no velho portão.
Os tempos que se foram e não voltam mais
Passear de canoa na curva do rio
Das modas que eu cantava com o meu velho pai
Bailar com a morena lá do outro lado
Passar o rio a nado ainda bem cedinho
Mamãe me esperando cheia de saudade
Que felicidade quando ela me via;
Toca sanfoneiro essa sanfona
Que eu até pego carona
Pra lembrar do meu passado
Gosto do cantar dos passarinhos
Uma rede na varanda
E uma viola bem tocada;
A casinha branca na beira da mata
O cantar do sapo enfeitando a lagoa
Comidinha feita no fogão de lenha
Vidinha pacata mas era tão boa;
Se a saudade aperta não adianta chorar
Só resta acalmar o peão
Voltar pra minha terra também não vai dar
Se ninguém me espera no velho portão.