Letra de História de um Fazendeiro - Gildo de Freitas
Disco A
01
Trança de China
02
Eu reconheço que sou um Grosso
03
Lembrança do Passado
04
Nós Todos Somos Iguais
05
Resposta do Facão 3 Listras
06
Baile no Chico Torto
07
Percorrendo o Rio Grande
08
Saudade de Alegrete
09
Conhecendo o Brasil
10
Briga no Carreiramento
11
Acordeona
12
Que Jeito tem a Mariana
13
História dos Passarinhos
14
Já dormi em Cemitério
15
Faca Prateada
16
Não Enjeito Proposta
17
Gostei lá do Paraná
18
Definição das Pilchas
19
História de um Fazendeiro
20
Cinco Mulheres
História de um Fazendeiro
(Eu me chamo Felisbino, nasci no Torrão Vermelho
Fui peão e sou patrão sempre lutando pareio
Muitas cabeças de touro eu quebrei a cabo de reio
Estou velho, mas pro serviço não sei dobrar o joelho
E por saber que morro cedo deixo os versos por conselho)
A galinha pra botar ela precisa de indez
E por isso então não desmanchem o que este velho fez
Segurem não ponham o que eu deixar pra vocês
Fortuna que é posta fora não se adquire outra vez
Cada genro é uma estrela que na minha casa brilha
Se acreditar em conselho será uma maravilha
Não vendam não ponham fora o que eu deixar pra família
Cuida e zela pra teus filhos o que eu deixar pras minhas filhas
E você meu filho homem escute o que eu digo agora
A parte que te tocar desfruta, zela e adora
Pra amanhã depois teus filhos e a minha querida nora
Desfrutaram a fortuna de quem deu e foi embora
Esta estância em que vivemos foi por mim adquirida
Não foi logrando ninguém e nem herança vencida
Agora já que me sinto cansado no fim da vida
Faço votos que não seja depois de ganha perdida
Eu me chamo Felisbino nascido no Caroquem
Não tive herança de pai trabalhando é que arranjei
Com gosto entrego a vocês tudo tudo o que ganhei
Fui peão e sou patrão sempre lutando pareio
Muitas cabeças de touro eu quebrei a cabo de reio
Estou velho, mas pro serviço não sei dobrar o joelho
E por saber que morro cedo deixo os versos por conselho)
A galinha pra botar ela precisa de indez
E por isso então não desmanchem o que este velho fez
Segurem não ponham o que eu deixar pra vocês
Fortuna que é posta fora não se adquire outra vez
Cada genro é uma estrela que na minha casa brilha
Se acreditar em conselho será uma maravilha
Não vendam não ponham fora o que eu deixar pra família
Cuida e zela pra teus filhos o que eu deixar pras minhas filhas
E você meu filho homem escute o que eu digo agora
A parte que te tocar desfruta, zela e adora
Pra amanhã depois teus filhos e a minha querida nora
Desfrutaram a fortuna de quem deu e foi embora
Esta estância em que vivemos foi por mim adquirida
Não foi logrando ninguém e nem herança vencida
Agora já que me sinto cansado no fim da vida
Faço votos que não seja depois de ganha perdida
Eu me chamo Felisbino nascido no Caroquem
Não tive herança de pai trabalhando é que arranjei
Com gosto entrego a vocês tudo tudo o que ganhei