Letra de Briga no Carreiramento - Gildo de Freitas
Disco A
01
Trança de China
02
Eu reconheço que sou um Grosso
03
Lembrança do Passado
04
Nós Todos Somos Iguais
05
Resposta do Facão 3 Listras
06
Baile no Chico Torto
07
Percorrendo o Rio Grande
08
Saudade de Alegrete
09
Conhecendo o Brasil
10
Briga no Carreiramento
11
Acordeona
12
Que Jeito tem a Mariana
13
História dos Passarinhos
14
Já dormi em Cemitério
15
Faca Prateada
16
Não Enjeito Proposta
17
Gostei lá do Paraná
18
Definição das Pilchas
19
História de um Fazendeiro
20
Cinco Mulheres
Briga no Carreiramento
Um certo dia no carreiramento
Andei peleando lá pelo corredor
Tava peleando com mais de um cento
E uma china então saiu a meu favor
Pregou-lhe o grito e entrou no rodeio
E puxou logo a espada da cintura
O menor talho que ela deu foi palmo e meia
Que coube dentro umas quarenta rapaduras
(Aquela china veia chegava dar rodeio para quatro ou cinco policia, siô)
Parou a briga e eu levei a china
E no local então ficou algum defunto
Parece até que aquilo era nossa sina
Matar alguém para depois nóis viver junto
Levei a china lá pra o meu ranchinho
E ela quem me prepara o chimarrão
Tomemo o verde abaixo de carinho
Só se cuidado de alguma traição
(Mulher valente assim não dá em toceira rapaziada)
Mulher valente no rancho é um respeito
Porque se acaso qualquer um gavião
Querer da china arrancar proveito
Pois pode crer que ele entra no facão
Eu no meu rancho me vendo agredido
Dou tantos tiros de fazer defunto
A china velha dá um nó no vestido
Vem pro meu lado e peleia junto.
Andei peleando lá pelo corredor
Tava peleando com mais de um cento
E uma china então saiu a meu favor
Pregou-lhe o grito e entrou no rodeio
E puxou logo a espada da cintura
O menor talho que ela deu foi palmo e meia
Que coube dentro umas quarenta rapaduras
(Aquela china veia chegava dar rodeio para quatro ou cinco policia, siô)
Parou a briga e eu levei a china
E no local então ficou algum defunto
Parece até que aquilo era nossa sina
Matar alguém para depois nóis viver junto
Levei a china lá pra o meu ranchinho
E ela quem me prepara o chimarrão
Tomemo o verde abaixo de carinho
Só se cuidado de alguma traição
(Mulher valente assim não dá em toceira rapaziada)
Mulher valente no rancho é um respeito
Porque se acaso qualquer um gavião
Querer da china arrancar proveito
Pois pode crer que ele entra no facão
Eu no meu rancho me vendo agredido
Dou tantos tiros de fazer defunto
A china velha dá um nó no vestido
Vem pro meu lado e peleia junto.