Letra de Resposta do Facão 3 Listras - Gildo de Freitas
Disco A
01
Trança de China
02
Eu reconheço que sou um Grosso
03
Lembrança do Passado
04
Nós Todos Somos Iguais
05
Resposta do Facão 3 Listras
06
Baile no Chico Torto
07
Percorrendo o Rio Grande
08
Saudade de Alegrete
09
Conhecendo o Brasil
10
Briga no Carreiramento
11
Acordeona
12
Que Jeito tem a Mariana
13
História dos Passarinhos
14
Já dormi em Cemitério
15
Faca Prateada
16
Não Enjeito Proposta
17
Gostei lá do Paraná
18
Definição das Pilchas
19
História de um Fazendeiro
20
Cinco Mulheres
Resposta do Facão 3 Listras
Há uma história de um facão de três listras
Que um artista pois em gravação
Dizendo ele ser um homem valente
Linha de frente com aquele facão
Já fez até um tal relho trançado
É preparado pra brigar bastante
Diz que peleia que é metido a guapo
É bate papo desse ignorante
(É conversa fiada, barulho de prato não é comida, vivente)
Eu não peleio, mas cantando eu ripo
Homem do teu tipo não dá peleador
Nem à facão, com relho ou à bala
Tipo desta igual, só dá falador
Não tenho medo de facão três listras
E nem tampouco de relho trançado
Eu levo a vida como um bom artista
Nasci com calma e não sou assustado
(Depois da tempestade vem a calmaria, vivente)
Gritar no rádio não é ter topete
É só manchete pra fazer banzé
Acha que a briga é muito bonita
Prende no grito e não diz com quem é
Até meus fãs pensam que é comigo
Se for eu digo que estou sempre às ordens
Em pensamento não mato e nem morro
E o cachorro que late não morde
(Todo guaipeca é barulhento)
Eu tenho medo é da tua coragem
Pela bobagem de fazer cartaz
Que eu sou gaúcho do sistema antigo
Faço não digo e tu diz e não faz
E eu não quero é que ameace
A minha classe com o teu modelo
Que eu me criei lidando com facão
E amanso um leão passando a mão no pelo
(É isso aí, e o bichinho termina se entregando que trabalha até em circo)
Peço a meus fãs não se preocuparem
E nem encarem esse facão três listras
Porque meus versos serve de conselho
Eu tiro o relho e o facão do artista
Só tiro as armas, mas não bato nele
Só digo a ele não fazer de novo
Faz que nem eu que canto e não brigo
E sou amigo de todo esse povo
Que um artista pois em gravação
Dizendo ele ser um homem valente
Linha de frente com aquele facão
Já fez até um tal relho trançado
É preparado pra brigar bastante
Diz que peleia que é metido a guapo
É bate papo desse ignorante
(É conversa fiada, barulho de prato não é comida, vivente)
Eu não peleio, mas cantando eu ripo
Homem do teu tipo não dá peleador
Nem à facão, com relho ou à bala
Tipo desta igual, só dá falador
Não tenho medo de facão três listras
E nem tampouco de relho trançado
Eu levo a vida como um bom artista
Nasci com calma e não sou assustado
(Depois da tempestade vem a calmaria, vivente)
Gritar no rádio não é ter topete
É só manchete pra fazer banzé
Acha que a briga é muito bonita
Prende no grito e não diz com quem é
Até meus fãs pensam que é comigo
Se for eu digo que estou sempre às ordens
Em pensamento não mato e nem morro
E o cachorro que late não morde
(Todo guaipeca é barulhento)
Eu tenho medo é da tua coragem
Pela bobagem de fazer cartaz
Que eu sou gaúcho do sistema antigo
Faço não digo e tu diz e não faz
E eu não quero é que ameace
A minha classe com o teu modelo
Que eu me criei lidando com facão
E amanso um leão passando a mão no pelo
(É isso aí, e o bichinho termina se entregando que trabalha até em circo)
Peço a meus fãs não se preocuparem
E nem encarem esse facão três listras
Porque meus versos serve de conselho
Eu tiro o relho e o facão do artista
Só tiro as armas, mas não bato nele
Só digo a ele não fazer de novo
Faz que nem eu que canto e não brigo
E sou amigo de todo esse povo