Letra de Lembrança do Passado - Gildo de Freitas
Disco A
01
Trança de China
02
Eu reconheço que sou um Grosso
03
Lembrança do Passado
04
Nós Todos Somos Iguais
05
Resposta do Facão 3 Listras
06
Baile no Chico Torto
07
Percorrendo o Rio Grande
08
Saudade de Alegrete
09
Conhecendo o Brasil
10
Briga no Carreiramento
11
Acordeona
12
Que Jeito tem a Mariana
13
História dos Passarinhos
14
Já dormi em Cemitério
15
Faca Prateada
16
Não Enjeito Proposta
17
Gostei lá do Paraná
18
Definição das Pilchas
19
História de um Fazendeiro
20
Cinco Mulheres
Lembrança do Passado
Tenho saudade, dos tempos bons de outrora
Quando eu vivia lá fora na fazenda do Branquinho
Com a minha gaita, a minha faca prateada,
A minha gaúcha amada, senhora mãe dos meus filhos
[Há ha, coisa boa!]
Com elas três, sempre em minha companhia
Vivo cheio de alegria, sou um gaúcho feliz
E até a faca, que eu carrego na cintura,
Conhece a minha bravura pelas peleias que eu fiz
[Peleando mesmo, mas peleando pela vida]
Minha cordeona, sempre boa e afinada
Não é gaita pianada, é sanfoninha singela
Mas para mim, contém diverso valor
Porque muitos trovador já surrei tocando nela
[É verdade!]
Minha gaúcha, um anjo que Deus me deu,
Ela por mim já sofreu, mas ainda me admira
Quando ela ouve, eu no rádio estar cantando
Fica quietinha escutando, e de saudade suspira
[Eu também cantando suspiro me lembrando de ti compadre Cardoso.]
Até a faca, que alguns anos atrás,
Tinha trabalho demais, esta descansando agora
Mas quando enxerga, o churrasco e a farinha
Corcoveia na bainha, querendo saltar pra fora
[Se acalma, faca véia!]
E hoje velho, com os meus cabelos brancos
No improviso eu sou franco, a rima nunca faltou
Graças a Deus, canto com facilidade
Porém me resta saudade do tempo bom que passou
[É, vamo encerrar porque não adianta, não volta mais!]
Quando eu vivia lá fora na fazenda do Branquinho
Com a minha gaita, a minha faca prateada,
A minha gaúcha amada, senhora mãe dos meus filhos
[Há ha, coisa boa!]
Com elas três, sempre em minha companhia
Vivo cheio de alegria, sou um gaúcho feliz
E até a faca, que eu carrego na cintura,
Conhece a minha bravura pelas peleias que eu fiz
[Peleando mesmo, mas peleando pela vida]
Minha cordeona, sempre boa e afinada
Não é gaita pianada, é sanfoninha singela
Mas para mim, contém diverso valor
Porque muitos trovador já surrei tocando nela
[É verdade!]
Minha gaúcha, um anjo que Deus me deu,
Ela por mim já sofreu, mas ainda me admira
Quando ela ouve, eu no rádio estar cantando
Fica quietinha escutando, e de saudade suspira
[Eu também cantando suspiro me lembrando de ti compadre Cardoso.]
Até a faca, que alguns anos atrás,
Tinha trabalho demais, esta descansando agora
Mas quando enxerga, o churrasco e a farinha
Corcoveia na bainha, querendo saltar pra fora
[Se acalma, faca véia!]
E hoje velho, com os meus cabelos brancos
No improviso eu sou franco, a rima nunca faltou
Graças a Deus, canto com facilidade
Porém me resta saudade do tempo bom que passou
[É, vamo encerrar porque não adianta, não volta mais!]