Letra de Algum Carinho nas Mãos - Marcelo Oliveira
Disco A
01
Da Estância Veia
02
Campeiros
03
Pra os Olhos de Quem Madruga
04
Campo e Luz
05
Estampa Domingueira
06
Erguendo a Pátria nos Tentos
07
Daquele Galpão da Infância
08
O Mesmo Sol
09
De Amar e Ser
10
Ritual de Recorrida
11
Nostalgia de Guri
12
Quando o Junho se Entona
13
Num Posto da Santa Fé
14
Arma de Guerra
15
Algum Carinho nas Mãos
Algum Carinho nas Mãos
Já não escuto relinchos
Bem quando desponta a aurora
O sol que acordava os bichos
Luziu mais fraco lá fora
Já não pressinto cambichos
No olhar da prenda mais linda
Já não encontro nos bretes
Porteiras de boas vindas
Mas quando abraço a guitarra
Sinto de longe o tropel
Relinchos dessas potradas,
E o sol radiante no céu
O olhar da "flor" mais querida
Me traz ternura e amor
E ranchos, plenos de vida
Florescem no corredor
Coragem que não é minha,
Mas é de todo lugar
Desperta nas entrelinhas
A luz de um novo cantar
Nas lentes de cada nota
Encontro a revelação,
Algum carinho sem volta
Algum carinho nas mãos!
Talvez não seja a guitarra,
Talvez me falte a visão...
Talvez carregue as potradas
Rinchando no coração
Talvez o olhar dessa prenda
Queira amansar meus estios
Mas não enxerga as auroras
Quem mira o fundo do rio
O sol se mostra distante,
Guitarra o traz pra bem perto
Eu ergo então meu semblante
Pra os rumos do céu aberto
Pressinto a paz num sorriso,
Zombando da solidão,
E o céu dizendo que a vida
É bem maior que a canção!
Bem quando desponta a aurora
O sol que acordava os bichos
Luziu mais fraco lá fora
Já não pressinto cambichos
No olhar da prenda mais linda
Já não encontro nos bretes
Porteiras de boas vindas
Mas quando abraço a guitarra
Sinto de longe o tropel
Relinchos dessas potradas,
E o sol radiante no céu
O olhar da "flor" mais querida
Me traz ternura e amor
E ranchos, plenos de vida
Florescem no corredor
Coragem que não é minha,
Mas é de todo lugar
Desperta nas entrelinhas
A luz de um novo cantar
Nas lentes de cada nota
Encontro a revelação,
Algum carinho sem volta
Algum carinho nas mãos!
Talvez não seja a guitarra,
Talvez me falte a visão...
Talvez carregue as potradas
Rinchando no coração
Talvez o olhar dessa prenda
Queira amansar meus estios
Mas não enxerga as auroras
Quem mira o fundo do rio
O sol se mostra distante,
Guitarra o traz pra bem perto
Eu ergo então meu semblante
Pra os rumos do céu aberto
Pressinto a paz num sorriso,
Zombando da solidão,
E o céu dizendo que a vida
É bem maior que a canção!