Letra de De Amar e Ser - Marcelo Oliveira
Disco A
01
Da Estância Veia
02
Campeiros
03
Pra os Olhos de Quem Madruga
04
Campo e Luz
05
Estampa Domingueira
06
Erguendo a Pátria nos Tentos
07
Daquele Galpão da Infância
08
O Mesmo Sol
09
De Amar e Ser
10
Ritual de Recorrida
11
Nostalgia de Guri
12
Quando o Junho se Entona
13
Num Posto da Santa Fé
14
Arma de Guerra
15
Algum Carinho nas Mãos
De Amar e Ser
Hoje é domingo
Folga o meu pingo
Mas amanhã amor
Tropa na estrada
A vida encordoada
No corredor
Não sei do tempo
Mas peço aos ventos
Nova canção
E em cada espora
Choram as horas
De um coração
Quem sabe a vida
Mostre na vinda
Um fruto novo amor
E a madrugada
Cante na estrada
De um sonhador
Que chora aqui
Por quem aí sabe da vida
Que anda estendida
Mas em seguida
Retorno a ti
Na volta ao rancho
Barro em carinho
A florescer
Que o campo em paz
Razões nos tras
De amar e ser
Se a primavera
Depois da espera
Plantou verões
No outono e inverno
Cantarão enternos
Dois corações
O mesmo poncho
Que volta ao rancho
Depois do corredor
Colheu do passo
O úmido abraço
Pra entregar a ti
Que hoje aqui
Chora e sorri
Rosto da vida
Flor não colhida
Por bem querida
Voltei por ti
Na volta ao rancho
Barro em carinho
A florescer
Que o campo em paz
Razões nos tras
De amar e ser
Se a primavera
Depois da espera
Plantou verões
No outono e inverno
Cantarão enternos
Dois corações
Folga o meu pingo
Mas amanhã amor
Tropa na estrada
A vida encordoada
No corredor
Não sei do tempo
Mas peço aos ventos
Nova canção
E em cada espora
Choram as horas
De um coração
Quem sabe a vida
Mostre na vinda
Um fruto novo amor
E a madrugada
Cante na estrada
De um sonhador
Que chora aqui
Por quem aí sabe da vida
Que anda estendida
Mas em seguida
Retorno a ti
Na volta ao rancho
Barro em carinho
A florescer
Que o campo em paz
Razões nos tras
De amar e ser
Se a primavera
Depois da espera
Plantou verões
No outono e inverno
Cantarão enternos
Dois corações
O mesmo poncho
Que volta ao rancho
Depois do corredor
Colheu do passo
O úmido abraço
Pra entregar a ti
Que hoje aqui
Chora e sorri
Rosto da vida
Flor não colhida
Por bem querida
Voltei por ti
Na volta ao rancho
Barro em carinho
A florescer
Que o campo em paz
Razões nos tras
De amar e ser
Se a primavera
Depois da espera
Plantou verões
No outono e inverno
Cantarão enternos
Dois corações