Letra de Sonho em Flor - Luiz Marenco
Disco A
01
Todo o Meu Canto
02
Filosofia de Andejo
03
Quando Alguém Vem na Estrada
04
Enchendo os Olhos de Campo
05
Andarilho
06
Meus Amores
07
Senhor das Manhãs de Maio
08
Sonho em Flor
09
Pra o Meu Consumo
10
Funeral de Coxilha
11
Um Vistaço na Tropa
12
Rincão dos Touros
13
Pra os Dois Dias Que Vem
14
Esse Jeito de Domingo
15
Milongão Pra Assobiar Desencilhando
16
Quando o Verso Vem Pras Casa
17
Batendo Água
Sonho em Flor
Faz tempo que eu madrugo versos quase sem querer
Pra alma recordar seu jeito de não te esquecer...
E trazer para o redor do fogo mais lembranças tuas
Dessas que a gente, depois das luas,
Cevava um mate pra amanhecer..
Parece até que o mesmo mate esqueceu seu gosto
Depois que uma velha saudade repontou teu rosto...
E um jeito que trazia o brilho de olhar moreno
Chegou povoando meus sonhos pequenos
Que tinham cismas de serem teus
Ah! minha flor pequena...
(dessas que nascem pelos rincões)
Trazendo a graça das corticeiras
Enfeita a tarde por ser tão bela
Deixa meu sonho acordar o teu
E o meu silêncio te adormecer
Quando a saudade vier me ver
Com teu sorriso...
...na minha janela
Sempre que meus sonhos tantos saem por aí
E levam junto minha alma pra perto de ti...
Eu guardo bem os meus silêncios porque eles sabem que são só meus
E quase já não cabem na casa grande do coração..
E eu que andei tão distante me encontrei em mim
Sem mesmo perceber que a vida pode ser assim...
Ter a graça de uma flor bonita, dessas curticeiras
E ao mesmo tempo ser por inteira
Aquilo tudo que já sonhou
Ah! minha flor pequena...
Que traz guardada sonhos demais
Deixa que a alma mostre teu rumo
Que anda hoje perto do meu
Traz teu sorriso de flor vermelha
E aquele brilho do teu olhar
Toda saudade pra se matar...
Que o dia ainda...
...não anoiteceu!!
Pra alma recordar seu jeito de não te esquecer...
E trazer para o redor do fogo mais lembranças tuas
Dessas que a gente, depois das luas,
Cevava um mate pra amanhecer..
Parece até que o mesmo mate esqueceu seu gosto
Depois que uma velha saudade repontou teu rosto...
E um jeito que trazia o brilho de olhar moreno
Chegou povoando meus sonhos pequenos
Que tinham cismas de serem teus
Ah! minha flor pequena...
(dessas que nascem pelos rincões)
Trazendo a graça das corticeiras
Enfeita a tarde por ser tão bela
Deixa meu sonho acordar o teu
E o meu silêncio te adormecer
Quando a saudade vier me ver
Com teu sorriso...
...na minha janela
Sempre que meus sonhos tantos saem por aí
E levam junto minha alma pra perto de ti...
Eu guardo bem os meus silêncios porque eles sabem que são só meus
E quase já não cabem na casa grande do coração..
E eu que andei tão distante me encontrei em mim
Sem mesmo perceber que a vida pode ser assim...
Ter a graça de uma flor bonita, dessas curticeiras
E ao mesmo tempo ser por inteira
Aquilo tudo que já sonhou
Ah! minha flor pequena...
Que traz guardada sonhos demais
Deixa que a alma mostre teu rumo
Que anda hoje perto do meu
Traz teu sorriso de flor vermelha
E aquele brilho do teu olhar
Toda saudade pra se matar...
Que o dia ainda...
...não anoiteceu!!