Letra de Comparsão de Janeiro - Luiz Marenco
Luiz Marenco
CD Sensitivo 2009
Disco A
01
De Saltar Calando
02
Duende Musiqueiro
03
Num Olhar de Quem Se Vai
04
Flor de Yuyo
05
Com Alma de Campo
06
Comparsão de Janeiro
07
De Alma, Campo e Silêncio
08
Sombra De Touro
09
Viramundo
10
Flor de Tapera
11
Cruzando na Villa Ansina
12
Outra Canha Pa´un Viejo
13
De Bandear Querência
14
Estrelas da Macega
15
Quando Uma Alma Pede ao Céu
Comparsão de Janeiro
Olha a verdura, cancheiro
Que os velo vêm se estendo
Qual nuvens pelo setembros
Que o vento manso tropeia
Venho minguando o rebanho
A tec-tec de tesoura
E tu garreando a vassoura
Num comparsão de janeiro
Uma botella rolhada
Sacudo num trago largo
Ritual campeiro do pago
Pra evita a tremedeira
E largo de foia inteira
Bolcando a lã pra um costado
Cancheiro me alcança outra
Que to desmaneando esta
Pois até o silêncio se inquieta
Ao não escutar minha tesoura
Escuto o golpe da ficha
Pagando o toso na lata
E arremangando as bombacha
Me curvo, tocando ficha
Assim, a safra se espicha
Por este pago fronteiro
A tec-tec de tesoura
Num comparsão de janeiro
Uma botella rolhada
Sacudo num trago largo
Ritual campeiro do pago
Pra evitar a tremedeira
E largo de foia inteira
Bolcando a lã pra um costado
Cancheiro me alcança outra
Que to desmaneando esta
Pois até o silencio se inquieta
Ao não escutar minha tesoura
Que os velo vêm se estendo
Qual nuvens pelo setembros
Que o vento manso tropeia
Venho minguando o rebanho
A tec-tec de tesoura
E tu garreando a vassoura
Num comparsão de janeiro
Uma botella rolhada
Sacudo num trago largo
Ritual campeiro do pago
Pra evita a tremedeira
E largo de foia inteira
Bolcando a lã pra um costado
Cancheiro me alcança outra
Que to desmaneando esta
Pois até o silêncio se inquieta
Ao não escutar minha tesoura
Escuto o golpe da ficha
Pagando o toso na lata
E arremangando as bombacha
Me curvo, tocando ficha
Assim, a safra se espicha
Por este pago fronteiro
A tec-tec de tesoura
Num comparsão de janeiro
Uma botella rolhada
Sacudo num trago largo
Ritual campeiro do pago
Pra evitar a tremedeira
E largo de foia inteira
Bolcando a lã pra um costado
Cancheiro me alcança outra
Que to desmaneando esta
Pois até o silencio se inquieta
Ao não escutar minha tesoura