Letra de Campereada - Baitaca
Baitaca
CD Marca de Campo 2009
Disco A
01
Marca De Campo
02
Pedido de um Pai pra um Filho
03
Pra Ser Campeiro
04
Secretário de Obra
05
Mal Farquejado
06
Galpão Crioulo
07
Tropeando o Passado
08
Coiceando a Cola
09
Surungo de Grota
10
Pra Que Eu Quero Voltar?
11
Pinto Papudo
12
Vivo Contente Por Sentir Saudade
13
Andejo
14
Campereada
15
Bugio Foragido
Campereada
Lá na fazenda eu levanto de madrugada
A estrela d´alva brilha sobre o horizonte
Bato os tição que amanheceram na cinza
Do velho angico, meu guarda fogo de ontem
Ali no fogo enquanto a chaleira chia
Pro meu cavalo vou preparando a ração
E um cusco amigo deitado sobre as minhas botas
Conto causos e anedotas que é o costume de galpão(2x)
Recorro cerca, água da vala e restinga
Na natureza sinto aroma silvestre
Abro a cancela de uma invernada pra outra
E os pés de xirca espalhados no campestre
Posso dizer que os zóio do dono é remédio
Na campereada que se encontra de ocasião
Esquenta o sol e uma ovelha imundiciada
Que se escapou da peonada e se apresentou pro patrão(2x)
E campereando lá na invernada do fundo
Fiz uma armada e botei com muita certeza
Que até foi pena as muié não tá por perto
Pra comentá-la na cozinha essa proeza
E aos passitos já saio arrastando o laço
Velha lembrança dos tempos que lá se vai
Eu tenho fé na estrela-guia do céu
E as vezes tiro o meu chapéu lembrando meu velho pai(2x)
De meio-dia quando desencilho o pingo
Cevo um amargo debaixo de um sinamão
Um bem-te-vi no lombo do meu cavalo
Do meu passado já me traz recordação
Recolutando lembranças que são relíquias
Deste passado de gaudério e trovador
Onde levei também essa campereada
O troféu pealo e roubada nos campos lindos do amor(2x)
A estrela d´alva brilha sobre o horizonte
Bato os tição que amanheceram na cinza
Do velho angico, meu guarda fogo de ontem
Ali no fogo enquanto a chaleira chia
Pro meu cavalo vou preparando a ração
E um cusco amigo deitado sobre as minhas botas
Conto causos e anedotas que é o costume de galpão(2x)
Recorro cerca, água da vala e restinga
Na natureza sinto aroma silvestre
Abro a cancela de uma invernada pra outra
E os pés de xirca espalhados no campestre
Posso dizer que os zóio do dono é remédio
Na campereada que se encontra de ocasião
Esquenta o sol e uma ovelha imundiciada
Que se escapou da peonada e se apresentou pro patrão(2x)
E campereando lá na invernada do fundo
Fiz uma armada e botei com muita certeza
Que até foi pena as muié não tá por perto
Pra comentá-la na cozinha essa proeza
E aos passitos já saio arrastando o laço
Velha lembrança dos tempos que lá se vai
Eu tenho fé na estrela-guia do céu
E as vezes tiro o meu chapéu lembrando meu velho pai(2x)
De meio-dia quando desencilho o pingo
Cevo um amargo debaixo de um sinamão
Um bem-te-vi no lombo do meu cavalo
Do meu passado já me traz recordação
Recolutando lembranças que são relíquias
Deste passado de gaudério e trovador
Onde levei também essa campereada
O troféu pealo e roubada nos campos lindos do amor(2x)