Letra de Canção De Ternura - Os Monarcas
Disco A
01
Vai Que Vai
02
Canto Da Cigarra
03
No Compasso Da Gaita
04
Canção Para Um Peão Solito
05
Procurando Aconchego
06
Comunhão Do Mate
07
Eu Vim Aqui Pra Dançar
08
Mambira
09
Milonga Pra Ti
10
Dançando Rancheira
11
Bruxinha De Pano
12
O Que Que Há
13
Sonhando Na Vaneira
14
Rodeio Da Vida
15
Jeitosa
16
Cordeona Do Circo Beiço
17
Tapado De Chamamé
18
Gaitinha
19
Imortal Honey De Betussi
20
Canção De Ternura
21
Orgulho De Monarca
Canção De Ternura
Quando a saudade rompe a véu da tarde
chega a meu peito sem dar um oh, de casa
mudando o passo e o compasso lento
de um coração que vive ardendo em brasa.
aprisionado por um longo abraço
como se a amada viesse nesse instante
num pensamento, sigo ensimesmado
seguindo o rastro de um olhar distante.
pego um violão e canto ternamente
seguindo as notas, sendas que persigo
oh, minha amada meu pequeno mundo
como é sublime namorar contigo.
os passarinhos lá nos arvoredos
cantam prelúdios pra aliviar meu pranto
e num repente surge lá na estrada
aquela prenda que seguiu meu canto.
doce ternura em teus lindos olhos
faltava o brilho pra dar vidas as cores
esse recanto sem o teu sorriso
É a primavera sem brotar as flores.
chega a meu peito sem dar um oh, de casa
mudando o passo e o compasso lento
de um coração que vive ardendo em brasa.
aprisionado por um longo abraço
como se a amada viesse nesse instante
num pensamento, sigo ensimesmado
seguindo o rastro de um olhar distante.
pego um violão e canto ternamente
seguindo as notas, sendas que persigo
oh, minha amada meu pequeno mundo
como é sublime namorar contigo.
os passarinhos lá nos arvoredos
cantam prelúdios pra aliviar meu pranto
e num repente surge lá na estrada
aquela prenda que seguiu meu canto.
doce ternura em teus lindos olhos
faltava o brilho pra dar vidas as cores
esse recanto sem o teu sorriso
É a primavera sem brotar as flores.