Letra de Comunhão Do Mate - Os Monarcas
Disco A
01
Vai Que Vai
02
Canto Da Cigarra
03
No Compasso Da Gaita
04
Canção Para Um Peão Solito
05
Procurando Aconchego
06
Comunhão Do Mate
07
Eu Vim Aqui Pra Dançar
08
Mambira
09
Milonga Pra Ti
10
Dançando Rancheira
11
Bruxinha De Pano
12
O Que Que Há
13
Sonhando Na Vaneira
14
Rodeio Da Vida
15
Jeitosa
16
Cordeona Do Circo Beiço
17
Tapado De Chamamé
18
Gaitinha
19
Imortal Honey De Betussi
20
Canção De Ternura
21
Orgulho De Monarca
Comunhão Do Mate
De tardezinha quando a noite se aproxima
campeio a rima que passou durante o dia
olhando longe lá pras bandas do poente
o mate quente se derrama em poesia.
o pensamento toma conta da consciência
por coincidência sai sozinho por aí
quando retorna traz lampejos do futuro
e o sonho puro do meu mundo de guri.
este caminho que percorro no espaço
sem dar nenhum passo da cuia de chimarrão
tem a certeza e a pureza deste mate
que alumbbra o vate neste eterna comunhão.
olhar atado no fulgor da labareda
lenço de seda perpassa o picumã
a noite cresce no silencio da canhada
a madrugada traz o cheiro da manhã.
a note passa na garupa da cantiga
fazendo figa pra quem sonha sem dormir
uma guitarra campesina se levanta
na voz que canta o centauro do porvir.
campeio a rima que passou durante o dia
olhando longe lá pras bandas do poente
o mate quente se derrama em poesia.
o pensamento toma conta da consciência
por coincidência sai sozinho por aí
quando retorna traz lampejos do futuro
e o sonho puro do meu mundo de guri.
este caminho que percorro no espaço
sem dar nenhum passo da cuia de chimarrão
tem a certeza e a pureza deste mate
que alumbbra o vate neste eterna comunhão.
olhar atado no fulgor da labareda
lenço de seda perpassa o picumã
a noite cresce no silencio da canhada
a madrugada traz o cheiro da manhã.
a note passa na garupa da cantiga
fazendo figa pra quem sonha sem dormir
uma guitarra campesina se levanta
na voz que canta o centauro do porvir.