Letra de Canção Para Um Peão Solito - Os Monarcas
Disco A
01
Vai Que Vai
02
Canto Da Cigarra
03
No Compasso Da Gaita
04
Canção Para Um Peão Solito
05
Procurando Aconchego
06
Comunhão Do Mate
07
Eu Vim Aqui Pra Dançar
08
Mambira
09
Milonga Pra Ti
10
Dançando Rancheira
11
Bruxinha De Pano
12
O Que Que Há
13
Sonhando Na Vaneira
14
Rodeio Da Vida
15
Jeitosa
16
Cordeona Do Circo Beiço
17
Tapado De Chamamé
18
Gaitinha
19
Imortal Honey De Betussi
20
Canção De Ternura
21
Orgulho De Monarca
Canção Para Um Peão Solito
O vento forte vem trazer recados
nos alambrados ressonando anseios
onde mateio a minha saudade
e a longa idade me afrouxa os arreios
o tempo corre ao redor do rancho
pelos verões me assoleando a vida
vou revelando meus cabelos brancos
e sigo aos trancos refazendo lidas
(um dia eu sei vou mudar de rumo
e o rancho velho vai virar tapera
quem sabe um dia voltarei no vento
ou nas manhãs de alguma primavera
um dia eu sei vou mudar de rumo
e o rancho velho vai virar tapera
quem sabe um dia voltarei no vento
ou nas manhãs de alguma primavera)
não tive amores que me dessem frutos
o tempo curto mal dava pras lidas
vi o piazedo na ilusão dos mates
só eram sonhos pra enfeitar a vida
não tive netos prá escutar meus causos
não fiz pandorgas nem laços de imbira
a noite vira retrechando o tempo
são meus lamentos que a morte não tira
nos alambrados ressonando anseios
onde mateio a minha saudade
e a longa idade me afrouxa os arreios
o tempo corre ao redor do rancho
pelos verões me assoleando a vida
vou revelando meus cabelos brancos
e sigo aos trancos refazendo lidas
(um dia eu sei vou mudar de rumo
e o rancho velho vai virar tapera
quem sabe um dia voltarei no vento
ou nas manhãs de alguma primavera
um dia eu sei vou mudar de rumo
e o rancho velho vai virar tapera
quem sabe um dia voltarei no vento
ou nas manhãs de alguma primavera)
não tive amores que me dessem frutos
o tempo curto mal dava pras lidas
vi o piazedo na ilusão dos mates
só eram sonhos pra enfeitar a vida
não tive netos prá escutar meus causos
não fiz pandorgas nem laços de imbira
a noite vira retrechando o tempo
são meus lamentos que a morte não tira