Letra de Força do Sul - João Luiz Corrêa
Disco A
01
De Como Cantar um Flete
02
Bem Desse Jeito Que Sou
03
Se For Falar em Cavalo
04
Bem Vindo ao Rio Grande
05
Levando o Sul nos Arreios
06
Mensalinho
07
Minha Fazenda
08
Pau Que Dá Cavaco
09
Montando de Sul a Norte
10
Do Meu Jeito
11
China Atrevida
12
Xixando
13
Aconteceu Comigo
14
Pra Rever a Namorada
15
Alma e Campeirismo
16
Força do Sul
17
Canção Para Um Peão Solito
18
Sonhos
19
Pago Dileto
20
Prece Telúrica
21
Veterano
22
Meu Canto
23
Na Baixada do Manduca
24
Prece
25
Saudade do Compadre
26
Minha Infância
Força do Sul
Neste meu pingo estradeiro
Eu sou parceiro do vento,
Trago um destino aragano,
Moldado em acampamento...
Tenho um horizonte largo,
No verde destas campinas
E a estrela que não se apaga,
No fundo do olhar da china.
Carrego hospitalidade,
Aceso em fogo de chão,
E a essência da minha terra
No meu mate-chimarrão...
Eu quando abro meu peito
Sou um quero-quero gritando
E a minha gaita gaúcha
Parece um touro berrando.
Refrão:
Venho da terra buenacha
Do pampa e da gralha azul,
No meu cantar galponeiro
Eu trago a força do sul.
Eu tenho a fibra campeira
Deste meu chão sou pedaço,
Trago a sorte renegada
Nas presilhas do meu laço...
No lombo de um potro xucro
Eu me agarro e sou valente,
Escrevi o nome gaúcho
No mapa do continente.
Nos quatro cantos da pátria
Ao longo dos corredores,
Tem a marca dos gaúchos,
De muitos desbravadores...
A força que vem do sul,
Promovendo a integração,
Reunindo irmãos do norte
Co'a peonada de galpão
Eu sou parceiro do vento,
Trago um destino aragano,
Moldado em acampamento...
Tenho um horizonte largo,
No verde destas campinas
E a estrela que não se apaga,
No fundo do olhar da china.
Carrego hospitalidade,
Aceso em fogo de chão,
E a essência da minha terra
No meu mate-chimarrão...
Eu quando abro meu peito
Sou um quero-quero gritando
E a minha gaita gaúcha
Parece um touro berrando.
Refrão:
Venho da terra buenacha
Do pampa e da gralha azul,
No meu cantar galponeiro
Eu trago a força do sul.
Eu tenho a fibra campeira
Deste meu chão sou pedaço,
Trago a sorte renegada
Nas presilhas do meu laço...
No lombo de um potro xucro
Eu me agarro e sou valente,
Escrevi o nome gaúcho
No mapa do continente.
Nos quatro cantos da pátria
Ao longo dos corredores,
Tem a marca dos gaúchos,
De muitos desbravadores...
A força que vem do sul,
Promovendo a integração,
Reunindo irmãos do norte
Co'a peonada de galpão