Letra de Da Alma de Dom Emílio - Cesar Oliveira e Rogério Melo
Disco A
01
Paleteada
02
Apaysanado
03
De Vida e Tempo
04
Crescente Macharrona
05
Das Volteadas de Uma Estância
06
Os "Loco" Lá da Fronteira
07
Milonga Maragata
08
Campo e Fé / Lá na Fronteira
09
Prego na Bota
10
Retrato de Pampa e Invernada
11
Sob As Mangas do Aguaceiro
12
No Rumo de Um Coração
13
Roçando as "Viria"
14
Zamba "de Mi Esperanza"
15
Bastos, Potros e Guitarras
16
Romance do Mascarado
17
Machaço Confronto
18
Da Alma de Dom Emílio
19
Cabanha Toro Passo
20
Pra Bailar de Cola Atada
21
Vida de Peão
Da Alma de Dom Emílio
Foi bem assim dês de cedo
E a filosofia é essa
Que bem mais taura é quem empeça
O dia com pé esquerdo
E entre manhas e segredos
O meu instinto vagueia
Minha alma troca "oreia"
Meu coração escramuça
Até parece que pulsa
Sangue crioulo em minhas veias
Vem das bibocas da historia
A causa que me aprofundo
Quando o mundo se fez mundo
Na ância demarcatória
Que perpetuou na memória
Deste meu povo caudilho
Coisas que de pai pra filho
Botam na forma o consolo
De que o rasto de um crioulo
É da alma de dom emílio
Assim no temblor das patas
Bagualas pátrias nasceram
E macharronas cresceram
Sendo aos crioulos "muy" gratas
Este é um nó que não desata
Por que em cada um se arranca
A força que pede chanca
Unindo no mesmo açoite
Sul e norte, dia e noite
Lua e sol, "gato e mancha"
E agora frente ao futuro
Sinto a mesma ansiedade
E não escondo a vaidade
Quando encilho o pelo duro
Num aparte não me apuro
Por que ele sabe o volteio
Pois se o boi me faz floreio
Um "buen criollo" dá o troco
Se arranca e por muito pouco
Não me tira dos arreios
Crioulo pingo campeiro
Que enche os olhos da gente
Na paletada é um valente
Sendo sereno e certeiro
Do ginete é um companheiro
Um do outro testemunho
Agarrados punho a punho
São payador e guitarra
Um ajoja o outro esbarra
E sobre patas um só redemoinho
Foram zainos e rostilhos
Virão picaços e mouros e busca do mesmo ouro
Reluzindo o mesmo brilho
Marcando bem mais o trilho
Onde beleza é a função
Nos mostram a evolução
É a força que nos garante
Que o crioulo siga a diante
Sem perder a tradição
E a filosofia é essa
Que bem mais taura é quem empeça
O dia com pé esquerdo
E entre manhas e segredos
O meu instinto vagueia
Minha alma troca "oreia"
Meu coração escramuça
Até parece que pulsa
Sangue crioulo em minhas veias
Vem das bibocas da historia
A causa que me aprofundo
Quando o mundo se fez mundo
Na ância demarcatória
Que perpetuou na memória
Deste meu povo caudilho
Coisas que de pai pra filho
Botam na forma o consolo
De que o rasto de um crioulo
É da alma de dom emílio
Assim no temblor das patas
Bagualas pátrias nasceram
E macharronas cresceram
Sendo aos crioulos "muy" gratas
Este é um nó que não desata
Por que em cada um se arranca
A força que pede chanca
Unindo no mesmo açoite
Sul e norte, dia e noite
Lua e sol, "gato e mancha"
E agora frente ao futuro
Sinto a mesma ansiedade
E não escondo a vaidade
Quando encilho o pelo duro
Num aparte não me apuro
Por que ele sabe o volteio
Pois se o boi me faz floreio
Um "buen criollo" dá o troco
Se arranca e por muito pouco
Não me tira dos arreios
Crioulo pingo campeiro
Que enche os olhos da gente
Na paletada é um valente
Sendo sereno e certeiro
Do ginete é um companheiro
Um do outro testemunho
Agarrados punho a punho
São payador e guitarra
Um ajoja o outro esbarra
E sobre patas um só redemoinho
Foram zainos e rostilhos
Virão picaços e mouros e busca do mesmo ouro
Reluzindo o mesmo brilho
Marcando bem mais o trilho
Onde beleza é a função
Nos mostram a evolução
É a força que nos garante
Que o crioulo siga a diante
Sem perder a tradição