Letra de Gastando o Taco da Bota - Baitaca
Disco A
01
Estampa de Galpão
02
Castração a Pialo
03
Vida Braba
04
Frutas da Mata
05
De Chão Batido
06
Trancão Fandangueiro
07
Gaúcha Serrana
08
Peão Caprichoso
09
Fineloismo Campeiro
10
Bugio Veterano
11
Cordeona Véia
12
Do Fundo da Grota
13
Fazenda da Viúva
14
A História do Tico Loco
15
Gastando o Taco da Bota
Gastando o Taco da Bota
Cavalo bueno de poncho embalado
De chapéu tapiado num jeitão de guapo
Ato meu cavalo e entro na bailanta
Saio com a percanta chacoaiando os trapos
No canto da sala ronca a botoneira
E eu na vaneira não sou muito manco
No cabo da faca eu enrosco meu mango
Porque no fandango eu não esquento banco
E se for rancheira eu danço troteadito
Sou muito esquisito no meio da poeira
Na volta da sala procurando espaço
Firme no compasso danço a noite inteira
Dançando eu escuto um cantar de galo
E do meu cavalo lá fora o relincho
Arrasto as botina até o romper a aurora
Só saio pra fora se acaba o bochincho
Da gaita eu escuto num canto um gemido
Que eu sou destorcido num cabo da dança
Eu sigo dançando num tranco eu largado
Gastando um solado meu corpo balança
Depois de um bugio tem xote e vaneira
Danço a noite inteira e não forço o tutano
Amanheço num fundão de grota
Nem que das minhas botas me sobre só o cano
De chapéu tapiado num jeitão de guapo
Ato meu cavalo e entro na bailanta
Saio com a percanta chacoaiando os trapos
No canto da sala ronca a botoneira
E eu na vaneira não sou muito manco
No cabo da faca eu enrosco meu mango
Porque no fandango eu não esquento banco
E se for rancheira eu danço troteadito
Sou muito esquisito no meio da poeira
Na volta da sala procurando espaço
Firme no compasso danço a noite inteira
Dançando eu escuto um cantar de galo
E do meu cavalo lá fora o relincho
Arrasto as botina até o romper a aurora
Só saio pra fora se acaba o bochincho
Da gaita eu escuto num canto um gemido
Que eu sou destorcido num cabo da dança
Eu sigo dançando num tranco eu largado
Gastando um solado meu corpo balança
Depois de um bugio tem xote e vaneira
Danço a noite inteira e não forço o tutano
Amanheço num fundão de grota
Nem que das minhas botas me sobre só o cano