Letra de Fineloismo Campeiro - Baitaca
Disco A
01
Estampa de Galpão
02
Castração a Pialo
03
Vida Braba
04
Frutas da Mata
05
De Chão Batido
06
Trancão Fandangueiro
07
Gaúcha Serrana
08
Peão Caprichoso
09
Fineloismo Campeiro
10
Bugio Veterano
11
Cordeona Véia
12
Do Fundo da Grota
13
Fazenda da Viúva
14
A História do Tico Loco
15
Gastando o Taco da Bota
Fineloismo Campeiro
Eu fui nascido lá no garrão do rio grande
Não preciso que me mande pra começar a cantar
Quando me empolgo já solto o verbo na hora
e a cantiga vai-se embora com meus versos pelo ar
Sou missioneiro guerreiro de peito aberto
Sou mais um taura liberto que brigo pelo meu chão
Busco na rima melodia e sentimento
Enquanto longueio o tento junto a sombra dum galpão
Sou emissário dos bons costumes de dantes
Nasci pra levar adiante o que aprendi no galpão
Sou coalizão entre o brasil e argentina
Churrasco, fandango e china retempera o coração
Sou a alegria nos bailes da minha querência
Trago nas veia a essência de cantar versos pra o povo
Sem atropelo trago nas noites de frio
Ladainhas e bugio, vaneira num tranco novo
Embalo a alma de quem comete namoro
Acalmo quem tá de choro e animo quem quer dançar
Esta é a vida que pedi pra o pai do céu
Pra quem eu tiro o chapéu quando eu me ponho a rezar
Não preciso que me mande pra começar a cantar
Quando me empolgo já solto o verbo na hora
e a cantiga vai-se embora com meus versos pelo ar
Sou missioneiro guerreiro de peito aberto
Sou mais um taura liberto que brigo pelo meu chão
Busco na rima melodia e sentimento
Enquanto longueio o tento junto a sombra dum galpão
Sou emissário dos bons costumes de dantes
Nasci pra levar adiante o que aprendi no galpão
Sou coalizão entre o brasil e argentina
Churrasco, fandango e china retempera o coração
Sou a alegria nos bailes da minha querência
Trago nas veia a essência de cantar versos pra o povo
Sem atropelo trago nas noites de frio
Ladainhas e bugio, vaneira num tranco novo
Embalo a alma de quem comete namoro
Acalmo quem tá de choro e animo quem quer dançar
Esta é a vida que pedi pra o pai do céu
Pra quem eu tiro o chapéu quando eu me ponho a rezar