Letra de De Chão Batido - Baitaca
Disco A
01
Estampa de Galpão
02
Castração a Pialo
03
Vida Braba
04
Frutas da Mata
05
De Chão Batido
06
Trancão Fandangueiro
07
Gaúcha Serrana
08
Peão Caprichoso
09
Fineloismo Campeiro
10
Bugio Veterano
11
Cordeona Véia
12
Do Fundo da Grota
13
Fazenda da Viúva
14
A História do Tico Loco
15
Gastando o Taco da Bota
De Chão Batido
Em chucras bailantas de fundo de campo
O fole o e tranco vão acolherado
O índio bombeia pro taco da bota
E o destino galopa num sonho aporreado
Polvoadeira levanta entre o sarandeio
E é lindo o rodeio de chinas bonitas
Quem tem a lida dura e a ideia madura
Trago de pura a alma palpita
Ataveco o surungo de chão batido
Xucrismo curtido na marca do tempo
Refaz invernadas de ânsias perdidas
E encilho a vida no lombo do vento
Faz parte do mundo do homem campeiro
Dançar altaneiro no fim de semana
O gaúcho se arrima nos braços da china
Que cutuca a sina com um trago de canha
Mas faz parte um fandango do nosso Rio Grande
Pra ver que se expande este elo gaúcho
Esta pura verdade que não tem idade
É a nossa identidade aguentando o repuxo
Ataveco o surungo de chão batido
Xucrismo curtido na marca do tempo
Refaz invernadas de ânsias perdidas
E encilho a vida no lombo do vento
O fole o e tranco vão acolherado
O índio bombeia pro taco da bota
E o destino galopa num sonho aporreado
Polvoadeira levanta entre o sarandeio
E é lindo o rodeio de chinas bonitas
Quem tem a lida dura e a ideia madura
Trago de pura a alma palpita
Ataveco o surungo de chão batido
Xucrismo curtido na marca do tempo
Refaz invernadas de ânsias perdidas
E encilho a vida no lombo do vento
Faz parte do mundo do homem campeiro
Dançar altaneiro no fim de semana
O gaúcho se arrima nos braços da china
Que cutuca a sina com um trago de canha
Mas faz parte um fandango do nosso Rio Grande
Pra ver que se expande este elo gaúcho
Esta pura verdade que não tem idade
É a nossa identidade aguentando o repuxo
Ataveco o surungo de chão batido
Xucrismo curtido na marca do tempo
Refaz invernadas de ânsias perdidas
E encilho a vida no lombo do vento