Letra de Nós Somos Todos Iguais - Gildo de Freitas
Lado A
01
Minha Vivenda
02
Definição do Grito
03
É Assim Que Eu Sou
04
Baile dos Cabeludos
05
Dizem Que o Poeta é Louco
06
Eu Reconheço Que Sou Um Grosso
Lado B
01
Sinais do Tempo
02
Definição das Pilchas
03
Sonhei Que Fui ao Céu
04
Cinco Comparações
05
Nós Somos Todos Iguais
06
História dos Passarinhos
Nós Somos Todos Iguais
Delicado eu sempre fui pra quem tinha boa fé
Tenho ganhado questões, só deus sabe como é
A verdade é minha capa
Também nunca dei um tapa que o índio ficasse em pé.
(foi cousas que se passaram pela minha mocidade
Quem tem meu temperamento vive por casualidade
Já nasci pra ser assim e troxe dentro de mim o gesto da autoridade)
E pra ser autoridade, é preciso ter respeito
E também não se assustar do roupante do sujeito
Eu não carrego bagagem
E o homem que tem coragem a morrer é mais atreito.
( no tempo do lá vai facão, quanto brancos não dançavam
Nesses salões de moreno, de vereda já brigava na entrada
Para não perder o treino, eu gostava desses bailes
Porque a entrada era barata, meu sangue é de português
Sempre gostei de mulata e elas me admiravam sorriam me
Arrodiavam por eu ser solto das patas)
E eu terminava dançando e a china achando graça
Eu acho que preto e branco são feitos da mesma massa
Hoje é mansa a mocidade
Existe facilidade pra fazer cruza de raça
Hoje o preto e o moço branco tem o viver mais perfeito
Estudam na mesma aula, não existe o preconceito
Hoje sem haver vexame
Passam pelo mesmo exame se formam do mesmo jeito.
Tenho ganhado questões, só deus sabe como é
A verdade é minha capa
Também nunca dei um tapa que o índio ficasse em pé.
(foi cousas que se passaram pela minha mocidade
Quem tem meu temperamento vive por casualidade
Já nasci pra ser assim e troxe dentro de mim o gesto da autoridade)
E pra ser autoridade, é preciso ter respeito
E também não se assustar do roupante do sujeito
Eu não carrego bagagem
E o homem que tem coragem a morrer é mais atreito.
( no tempo do lá vai facão, quanto brancos não dançavam
Nesses salões de moreno, de vereda já brigava na entrada
Para não perder o treino, eu gostava desses bailes
Porque a entrada era barata, meu sangue é de português
Sempre gostei de mulata e elas me admiravam sorriam me
Arrodiavam por eu ser solto das patas)
E eu terminava dançando e a china achando graça
Eu acho que preto e branco são feitos da mesma massa
Hoje é mansa a mocidade
Existe facilidade pra fazer cruza de raça
Hoje o preto e o moço branco tem o viver mais perfeito
Estudam na mesma aula, não existe o preconceito
Hoje sem haver vexame
Passam pelo mesmo exame se formam do mesmo jeito.