Letra de Cinco Comparações - Gildo de Freitas
Lado A
01
Minha Vivenda
02
Definição do Grito
03
É Assim Que Eu Sou
04
Baile dos Cabeludos
05
Dizem Que o Poeta é Louco
06
Eu Reconheço Que Sou Um Grosso
Lado B
01
Sinais do Tempo
02
Definição das Pilchas
03
Sonhei Que Fui ao Céu
04
Cinco Comparações
05
Nós Somos Todos Iguais
06
História dos Passarinhos
Cinco Comparações
Sou gaúcho e me comparo com uma argola de laço
Saio da mão do patrão me esparramando no espaço
Voar na guampa do bicho sem receber um chifraço
Eu tenho outros valores sou o rei dos trovadores não é só isso que eu faço
Eu também sou que nem faca na mão do homem valente
Que para certos contrários se torna meia imprudente
Se vai trocando de mão e avançando pra frente
É a chave de respeito e abre a porta no peito do coração do vivente
Também sou que nem revolver marca do lado direito
Que anda sempre azeitado para sinal de respeito
Arma forte e perigosa no coração do sujeito
É marca grande sem medo que só no puxar do dedo já deixa o defunto feito
Eu também sou que nem cachorro amigo de estimação
Que o dono dorme no leito e seu amigo no chão
E nas horas de perigo está sempre de prontidão
E pouco se considera que ele se avance numa fera para defender seu patrão
Também sou que nem a cinta que foi feita pra servir
A companheira da calça que o homem têm que vestir
Para qualquer um lugar que o homem tiver que ir
Ela aperta na barriga em qualquer susto de briga não deixa a calça cair
Mas também sou um poeta que trouxe o dom natural
Que faz da memória um canto e faz do verso bagual
Com debelaria de touro tratado na capital
Já vivem trocando orelha pra ver se fazem parelha mas porém não fazem igual
Saio da mão do patrão me esparramando no espaço
Voar na guampa do bicho sem receber um chifraço
Eu tenho outros valores sou o rei dos trovadores não é só isso que eu faço
Eu também sou que nem faca na mão do homem valente
Que para certos contrários se torna meia imprudente
Se vai trocando de mão e avançando pra frente
É a chave de respeito e abre a porta no peito do coração do vivente
Também sou que nem revolver marca do lado direito
Que anda sempre azeitado para sinal de respeito
Arma forte e perigosa no coração do sujeito
É marca grande sem medo que só no puxar do dedo já deixa o defunto feito
Eu também sou que nem cachorro amigo de estimação
Que o dono dorme no leito e seu amigo no chão
E nas horas de perigo está sempre de prontidão
E pouco se considera que ele se avance numa fera para defender seu patrão
Também sou que nem a cinta que foi feita pra servir
A companheira da calça que o homem têm que vestir
Para qualquer um lugar que o homem tiver que ir
Ela aperta na barriga em qualquer susto de briga não deixa a calça cair
Mas também sou um poeta que trouxe o dom natural
Que faz da memória um canto e faz do verso bagual
Com debelaria de touro tratado na capital
Já vivem trocando orelha pra ver se fazem parelha mas porém não fazem igual