Letra de A Cantiga dos Arreios - Walther Morais
Disco A
01
Levando o Sul nos Arreios
02
Campeiro no Mas
03
No Estilo de Santiago
04
Costeio de Domador
05
Décima do Potro Baio
06
Tento a Tento
07
Gaúcho Universal
08
Brasileiro Gaúcho
09
Perfil do Rio Grande
10
Queixo Roxo, Minha Cruza
11
Depois da Tropa Estendida
12
O Som do Sul
13
Aos Desgarrados
14
A Cantiga dos Arreios
A Cantiga dos Arreios
Duas gargantas de aço da minha filosofia
São as rosetas da espora milongueando de porfia
E a cantiga mais gaúcha por poucas rimas que tenha
É o relincho do cavalo quando o galpão se desenha
Até meu basto sovado conhecedor das toadas
Vive cantando pra mim o que aprendeu nas tropeadas.
E quantas vezes a lua me viu cantando no campo
Com a barbela do freio cantando pros pirilampos
Em outras a estrela dalva que é mansa nas madrugadas
Soltava rimas de prata da garganta iluminada.
Se o bronze cantou mais alto pela garganta que tinha
Foi por andar no pescoço de tanta água madrinha
E as quatro patas ligeiras que também sabem ser calma
Cantam pra quem escutá-las com os ouvidos da alma
E esta cantiga que trago na voz de parar rodeio
Eu aprendi nas estâncias, escutando meus arreios.
São as rosetas da espora milongueando de porfia
E a cantiga mais gaúcha por poucas rimas que tenha
É o relincho do cavalo quando o galpão se desenha
Até meu basto sovado conhecedor das toadas
Vive cantando pra mim o que aprendeu nas tropeadas.
E quantas vezes a lua me viu cantando no campo
Com a barbela do freio cantando pros pirilampos
Em outras a estrela dalva que é mansa nas madrugadas
Soltava rimas de prata da garganta iluminada.
Se o bronze cantou mais alto pela garganta que tinha
Foi por andar no pescoço de tanta água madrinha
E as quatro patas ligeiras que também sabem ser calma
Cantam pra quem escutá-las com os ouvidos da alma
E esta cantiga que trago na voz de parar rodeio
Eu aprendi nas estâncias, escutando meus arreios.