Letra de Fazenda da Viúva - Porca Véia
Disco A
01
De Goela Aberta
02
Herança
03
Abre o Olho Com os Pardais
04
Balanço do Bugio
05
Abraço ao Paraná
06
Vozes Rurais
07
Promessa de Amor
08
Lagoa Vermelha
08
Laços da Falsidade
09
Novidade Velha
10
Quando Eu Vim da Minha Terra
11
Grito do Tempo
12
Nó Cego
Disco B
01
Serenata
02
Gaitaço
03
Cavalo Tostado
04
Recorrendo os Aguapés
05
Baile Serrano
06
Conversa Fiada
07
Baile Campeiro
09
São Francisco é Terra Boa
10
Fazenda da Viúva
11
Sentimento De Trovador
12
Do Jeito Que Deu
Fazenda da Viúva
Numa fazenda povoada, a uma viúva pertencia
Quadra de sesmarias, mas tudo meio atirado
Alguns capão de mato serve de abrigo no inverno
Donde tiravam o cerno pra arrumar os alambrados
Um terreiro de galinha carijó, pena de seda
Por baixo do arvoredo havia alguns cabritos
Uma invernada grande, um lajeado cruzava ao meio
E onde parava o rodeio era um chapadão bonito.
Um índio desses gaudérios,mandado nos quatro ventos
Pra falar do casamento, na estância se chegou
Já de primeira vista deu de encontro com ela
De a cavalo numa sela, num petiço marchador
Convidado pra sala, onde foi bem recebido
Pôs o chapéu no cabide, num gesto muito bonito
Logo foi pra cozinha e lhe ofereceram um pastel
Também tinha pão com mel, café preto e bolo frito
Foi poucas palheteadas e logo entrou no assunto
Casar e viver junto,estaria disposto
Aflita ela disse haver duas precisão
A fazendo do Patrão e eu preciso de encosto
Botou a fazenda em ordem,já não tendo o que fazer
Se associou no C.T.G e se entrosou com a gaúcha
Quando roncava a gaita,a viúva tava pronta
E o índio puxava a ponta numa rancheira flauteada
Quadra de sesmarias, mas tudo meio atirado
Alguns capão de mato serve de abrigo no inverno
Donde tiravam o cerno pra arrumar os alambrados
Um terreiro de galinha carijó, pena de seda
Por baixo do arvoredo havia alguns cabritos
Uma invernada grande, um lajeado cruzava ao meio
E onde parava o rodeio era um chapadão bonito.
Um índio desses gaudérios,mandado nos quatro ventos
Pra falar do casamento, na estância se chegou
Já de primeira vista deu de encontro com ela
De a cavalo numa sela, num petiço marchador
Convidado pra sala, onde foi bem recebido
Pôs o chapéu no cabide, num gesto muito bonito
Logo foi pra cozinha e lhe ofereceram um pastel
Também tinha pão com mel, café preto e bolo frito
Foi poucas palheteadas e logo entrou no assunto
Casar e viver junto,estaria disposto
Aflita ela disse haver duas precisão
A fazendo do Patrão e eu preciso de encosto
Botou a fazenda em ordem,já não tendo o que fazer
Se associou no C.T.G e se entrosou com a gaúcha
Quando roncava a gaita,a viúva tava pronta
E o índio puxava a ponta numa rancheira flauteada