Letra de Baile Campeiro - Porca Véia
Disco A
01
De Goela Aberta
02
Herança
03
Abre o Olho Com os Pardais
04
Balanço do Bugio
05
Abraço ao Paraná
06
Vozes Rurais
07
Promessa de Amor
08
Lagoa Vermelha
08
Laços da Falsidade
09
Novidade Velha
10
Quando Eu Vim da Minha Terra
11
Grito do Tempo
12
Nó Cego
Disco B
01
Serenata
02
Gaitaço
03
Cavalo Tostado
04
Recorrendo os Aguapés
05
Baile Serrano
06
Conversa Fiada
07
Baile Campeiro
09
São Francisco é Terra Boa
10
Fazenda da Viúva
11
Sentimento De Trovador
12
Do Jeito Que Deu
Baile Campeiro
Num domingo de baile campeiro
Como aqueles que outrora se via
A peonada apronta os aprontes
Mal apontam as barras do dia.
A peonada apronta os aprontes
Mal apontam as barras do dia.
Pingos buenos de cascos groseados
A pelagem trançada a capricho,
Pilchas novas e botas lustradas,
Rumo ao baile a buscar um cambicho.
Pilchas novas e botas lustradas,
Rumo ao baile a buscar um cambicho.
Corredores se fazem artérias,
Convergindo pra mesma emoção,
Um surungo campeiro e serrano,
Num domingo qualquer do rincão.
Um surungo campeiro e serrano,
Num domingo qualquer do rincão.
Mal o sol sangra davia se esconde,
Pra o infinito acender seus lampeões,
Se entreveram bailando os gaúchos,
Numa mescla de três gerações.
Se entreveram bailando os gaúchos,
Numa mescla de três gerações.
E a cordeona que geme num canto,
Num estilo de fazer escola,
Vai soltando bugios galponeiros,
Pelas mãos de um gaiteiro pachola.
Vai soltando bugios galponeiros,
Pelas mãos de um gaiteiro pachola.
Num domingo de baile campeiro
Como aqueles que outrora se via
A peonada apronta os aprontes
Mal apontam as barras do dia.
Como aqueles que outrora se via
A peonada apronta os aprontes
Mal apontam as barras do dia.
A peonada apronta os aprontes
Mal apontam as barras do dia.
Pingos buenos de cascos groseados
A pelagem trançada a capricho,
Pilchas novas e botas lustradas,
Rumo ao baile a buscar um cambicho.
Pilchas novas e botas lustradas,
Rumo ao baile a buscar um cambicho.
Corredores se fazem artérias,
Convergindo pra mesma emoção,
Um surungo campeiro e serrano,
Num domingo qualquer do rincão.
Um surungo campeiro e serrano,
Num domingo qualquer do rincão.
Mal o sol sangra davia se esconde,
Pra o infinito acender seus lampeões,
Se entreveram bailando os gaúchos,
Numa mescla de três gerações.
Se entreveram bailando os gaúchos,
Numa mescla de três gerações.
E a cordeona que geme num canto,
Num estilo de fazer escola,
Vai soltando bugios galponeiros,
Pelas mãos de um gaiteiro pachola.
Vai soltando bugios galponeiros,
Pelas mãos de um gaiteiro pachola.
Num domingo de baile campeiro
Como aqueles que outrora se via
A peonada apronta os aprontes
Mal apontam as barras do dia.