Letra de Grito do Tempo - Porca Véia
Disco A
01
De Goela Aberta
02
Herança
03
Abre o Olho Com os Pardais
04
Balanço do Bugio
05
Abraço ao Paraná
06
Vozes Rurais
07
Promessa de Amor
08
Lagoa Vermelha
08
Laços da Falsidade
09
Novidade Velha
10
Quando Eu Vim da Minha Terra
11
Grito do Tempo
12
Nó Cego
Disco B
01
Serenata
02
Gaitaço
03
Cavalo Tostado
04
Recorrendo os Aguapés
05
Baile Serrano
06
Conversa Fiada
07
Baile Campeiro
09
São Francisco é Terra Boa
10
Fazenda da Viúva
11
Sentimento De Trovador
12
Do Jeito Que Deu
Grito do Tempo
Eu sou o grito do tempo desafiando novas eras
Sou mistérios das taperas depois que os donos mudaram
Sou saudades que ficaram lá no começo da vida
Como flor de margaridas que os anos desabrocharam.
Sou cantiga de tropeiro feliz rondando a boiada
Sou macho à beira da estrada dando abrigo ao viajante
Sou campina verdejante , riscada a ferro e a brasa
Eu sou a voz que não cala da tradição murmurante.
Sou grito de tiarajú ecoando junto ao vento
Eu sou a espada de bento empunhda contra lança
Sou bandeira da esperança dessa feliz mocidade
Querendo com igualdade amor, paz e segurança.
Eu vi raças se formarem neste meu solo pampeano
Alemães e italianos que vieram em busca de sorte
Rasgaram de sul a norte esta querência selvagem
Dando mescla e padronagem e um povo muito mais forte
Eu não tive o privilégio de estudar e ser doutro
Porém deus, nosso senhor que ama sem geografia
Deu-me o dom da poesia e um peito cheio de amor
Pra cantar com todo ardor o rio grande que eu sentia.
Sou mistérios das taperas depois que os donos mudaram
Sou saudades que ficaram lá no começo da vida
Como flor de margaridas que os anos desabrocharam.
Sou cantiga de tropeiro feliz rondando a boiada
Sou macho à beira da estrada dando abrigo ao viajante
Sou campina verdejante , riscada a ferro e a brasa
Eu sou a voz que não cala da tradição murmurante.
Sou grito de tiarajú ecoando junto ao vento
Eu sou a espada de bento empunhda contra lança
Sou bandeira da esperança dessa feliz mocidade
Querendo com igualdade amor, paz e segurança.
Eu vi raças se formarem neste meu solo pampeano
Alemães e italianos que vieram em busca de sorte
Rasgaram de sul a norte esta querência selvagem
Dando mescla e padronagem e um povo muito mais forte
Eu não tive o privilégio de estudar e ser doutro
Porém deus, nosso senhor que ama sem geografia
Deu-me o dom da poesia e um peito cheio de amor
Pra cantar com todo ardor o rio grande que eu sentia.