Letra de Aos Desgarrados do Pago - Leonardo
Disco A
01
O Analista de Perto de Bagé
02
O Maior dos Tios
03
Reconhecimento
04
Casinha Tosca
05
Xote Nativo
06
É Isso Que a Gente Gosta
07
Batismo de Sal
08
O Ligeira
09
Festa do Pinhão
10
Liberdade Pra Morrer
11
Gaudério Aprendiz
12
Aos Desgarrados do Pago
13
Canto Esperança
14
Rancheira do Namoro
15
Vida
16
Prosa
17
Bugiu Macho
Aos Desgarrados do Pago
Aos desgarrados do pago
Que tem no peito uma ânsia
De encurtar a distancia
Da querência onde nasceu
Estou trazendo noticias
Numa cantiga de afago
E o recado que trago
Ao filho que se perdeu
O Rio Grande não esquece
De todos os desgarrados
Que mesmo estando afastados
Não perdem a identidade
E o que mais tem importância
Do tamanho da distância
Sempre e menor que a saudade
Quando tu fostes embora
Pra viver nova experiência
Saibas que a terra que amas
Também chorou tua ausência
Se um dia o céu te chamar
Marcando o fim da existência
Morre gritando Rio Grande
E manda a alma pra querência
Vou te dar outras noticias
Pra te deixar mais contente
O cantar da nossa gente
Esta bem mais xucro e mais chão
Quiseram fazer mudanças
No nosso regionalismo
Mas o puro gauchismo
Ainda joga de mão
Nesta cordeona que escutas
Fazendo amparo pro tema
Sonorizando um poema
Despretensioso que fiz
E uma homenagem sincera
No coração deste cuera
Pra te fazer mais feliz
Quando tu fostes embora
Pra viver nova experiência
Saibas que a terra que amas
Também chorou tua ausência
Se um dia o céu te chamar
Marcando o fim da existência
Morre gritando Rio Grande
E manda a alma pra querência
Quando fizeres um fogo
Pra um churrasquito na brasa
Sei que vais lembrar de casa
Do fogonear no galpão
Não te envergonhes de nada
Se a saudade te abraça
Junta o choro da fumaça
Ao pranto do coração
Fale do pampa gaúcho
Com orgulho e reverencia
Não te esqueças da querência
Que ela nunca te esqueceu
Não sei porque foste embora
Mas quando achares que e hora
Volta que o pago ainda e teu
Quando tu fostes embora
Pra viver nova experiência
Saibas que a terra que amas
Também chorou tua ausência
Se um dia o céu te chamar
Marcando o fim da existência
Morre gritando Rio Grande
E manda a alma pra querência
Que tem no peito uma ânsia
De encurtar a distancia
Da querência onde nasceu
Estou trazendo noticias
Numa cantiga de afago
E o recado que trago
Ao filho que se perdeu
O Rio Grande não esquece
De todos os desgarrados
Que mesmo estando afastados
Não perdem a identidade
E o que mais tem importância
Do tamanho da distância
Sempre e menor que a saudade
Quando tu fostes embora
Pra viver nova experiência
Saibas que a terra que amas
Também chorou tua ausência
Se um dia o céu te chamar
Marcando o fim da existência
Morre gritando Rio Grande
E manda a alma pra querência
Vou te dar outras noticias
Pra te deixar mais contente
O cantar da nossa gente
Esta bem mais xucro e mais chão
Quiseram fazer mudanças
No nosso regionalismo
Mas o puro gauchismo
Ainda joga de mão
Nesta cordeona que escutas
Fazendo amparo pro tema
Sonorizando um poema
Despretensioso que fiz
E uma homenagem sincera
No coração deste cuera
Pra te fazer mais feliz
Quando tu fostes embora
Pra viver nova experiência
Saibas que a terra que amas
Também chorou tua ausência
Se um dia o céu te chamar
Marcando o fim da existência
Morre gritando Rio Grande
E manda a alma pra querência
Quando fizeres um fogo
Pra um churrasquito na brasa
Sei que vais lembrar de casa
Do fogonear no galpão
Não te envergonhes de nada
Se a saudade te abraça
Junta o choro da fumaça
Ao pranto do coração
Fale do pampa gaúcho
Com orgulho e reverencia
Não te esqueças da querência
Que ela nunca te esqueceu
Não sei porque foste embora
Mas quando achares que e hora
Volta que o pago ainda e teu
Quando tu fostes embora
Pra viver nova experiência
Saibas que a terra que amas
Também chorou tua ausência
Se um dia o céu te chamar
Marcando o fim da existência
Morre gritando Rio Grande
E manda a alma pra querência