Letra de Veterano - Joca Martins
Disco A
01
Tertúlia
02
Florêncio Guerra
03
Guri
04
Gaudêncio sete luas
05
Negro da gaita
06
Entardecer
07
Sabe moço
08
Tropa de osso
09
Cordas e Espinhos
10
Não podemo se entregá pros home
11
Esquilador
12
Pedro Guará
13
Em cima do laço
14
Recuerdos da 28
15
Veterano
16
Tertúlia (bis)
17
Se houver cavalo crioulo
Veterano
Está findando o meu tempo a tarde encerra mais cedo
Meu mundo ficou pequeno e eu sou menor do que penso
O bagual tá mais ligeiro braço fraqueja às vezes
Demoro mais do quero mas alço a perna sem medo
Encilho o cavalo manso mas boto o laço nos tentos
Se a força falta no braço na coragem me sustento
(Se lembro os tempos de quebra a vida volta pra trás
Sou bagual que não se entrega assim no más)
Nas manhãs de primavera quando vou parar rodeio
Sou menino de alma leve voando sobre os pelegos
Cavalo do meu potreiro mete a cabeça no freio
Encilho no parapeito mas não ato nem maneio
Se desencilho o pelego cai no banco onde me sento
Água quente e erva buena para matear em silêncio
Neste fogo onde me aquento remôo as coisas que penso
Repasso o que tenho feito para ver o que mereço
Quando chegar meu inverno que me vem branqueando o
cerro
Vai me encontrar venta aberta de coração estreleiro
Mui carregado de sonhos que habitam o meu peito
E que irão morar comigo no meu novo paradeiro
Meu mundo ficou pequeno e eu sou menor do que penso
O bagual tá mais ligeiro braço fraqueja às vezes
Demoro mais do quero mas alço a perna sem medo
Encilho o cavalo manso mas boto o laço nos tentos
Se a força falta no braço na coragem me sustento
(Se lembro os tempos de quebra a vida volta pra trás
Sou bagual que não se entrega assim no más)
Nas manhãs de primavera quando vou parar rodeio
Sou menino de alma leve voando sobre os pelegos
Cavalo do meu potreiro mete a cabeça no freio
Encilho no parapeito mas não ato nem maneio
Se desencilho o pelego cai no banco onde me sento
Água quente e erva buena para matear em silêncio
Neste fogo onde me aquento remôo as coisas que penso
Repasso o que tenho feito para ver o que mereço
Quando chegar meu inverno que me vem branqueando o
cerro
Vai me encontrar venta aberta de coração estreleiro
Mui carregado de sonhos que habitam o meu peito
E que irão morar comigo no meu novo paradeiro