Letra de Guri - Joca Martins
Disco A
01
Tertúlia
02
Florêncio Guerra
03
Guri
04
Gaudêncio sete luas
05
Negro da gaita
06
Entardecer
07
Sabe moço
08
Tropa de osso
09
Cordas e Espinhos
10
Não podemo se entregá pros home
11
Esquilador
12
Pedro Guará
13
Em cima do laço
14
Recuerdos da 28
15
Veterano
16
Tertúlia (bis)
17
Se houver cavalo crioulo
Guri
Das roupas velhas do pai
Queria que a mãe fizesse
Uma mala de garupa
Uma bombacha e me desse...
Queria boinas, alpargatas,
E um cachorro companheiro
Pra me ajudar a "bota" as vacas
No meu petiço sogueiro.
Hei de ter uma tabuada
E o meu livro Queres Ler
Vou aprender a fazer contas
E algum bilhete escrever...
Pra que a filha do seu Bento saiba,
Que ela é o meu bem querer
E se não for por escrito
Eu não me animo a dizer!
Quero gaita de oito-baixo,
Pra ver o ronco que sai;
Botas feitio do Alegrete;
Esporas do Ibirocaí...
Lenço vermelho e guaiaca
Compradas lá no Uruguai.
Pra que digam, quando eu passe,
Saiu igulazito ao pai.
E se Deus não achar muito
Tanta coisa que eu pedi
Não deixe que eu me separe
Deste rancho onde eu nasci...
Nem me desperte tão cedo
Do meu sonho de guri
E de lambuja permita
Que eu nunca saia daqui.
Queria que a mãe fizesse
Uma mala de garupa
Uma bombacha e me desse...
Queria boinas, alpargatas,
E um cachorro companheiro
Pra me ajudar a "bota" as vacas
No meu petiço sogueiro.
Hei de ter uma tabuada
E o meu livro Queres Ler
Vou aprender a fazer contas
E algum bilhete escrever...
Pra que a filha do seu Bento saiba,
Que ela é o meu bem querer
E se não for por escrito
Eu não me animo a dizer!
Quero gaita de oito-baixo,
Pra ver o ronco que sai;
Botas feitio do Alegrete;
Esporas do Ibirocaí...
Lenço vermelho e guaiaca
Compradas lá no Uruguai.
Pra que digam, quando eu passe,
Saiu igulazito ao pai.
E se Deus não achar muito
Tanta coisa que eu pedi
Não deixe que eu me separe
Deste rancho onde eu nasci...
Nem me desperte tão cedo
Do meu sonho de guri
E de lambuja permita
Que eu nunca saia daqui.