Letra de Polca do Cerro Chato - Adair de Freitas
Disco A
01
Meu Canto
02
De Já Hoje
03
Previsão
04
Canto De Ausência
05
Confissão
06
Exaltação à Guitarra
07
Mocito
08
Vida e Lida
09
Cancha Reta
10
Negro Negro
11
Fronteiriço
12
Milonga pra um Gauderiar
13
Romance de Rio e Remo
14
Quem Te Viu, Quem Te Vê
15
Milonga do Vaqueano
16
Cantiga da Esperança
17
Noite Adentro
18
Polca do Cerro Chato
19
Parceiro
20
Chimarrita de Riveira
Polca do Cerro Chato
Nos fandangos da fronteira
De Rivera e Livramento
Conheci um mulato sério
Índio bom cento por cento
Com a cordeona nos braços
Era um artista de fato
Ficou famoso tocando
A Polca do Serro Chato
Dava gosto de se ver
Quando a cordeona se abria
E as mãos rudes do moreno
Esparramando alegria
Adão Dias, companheiro
Aonde estiver morando
A Polca do Serro Chato
Por certo estará tocando
O pago todo sorria
Com o sorriso deste taita
E a gauchada bailando
Ao som crioulo da gaita
Pra que o pago não te esqueça
Hoje faço este relato
E Adão Dias se eternize
Na Polka do Serro Chato
De Rivera e Livramento
Conheci um mulato sério
Índio bom cento por cento
Com a cordeona nos braços
Era um artista de fato
Ficou famoso tocando
A Polca do Serro Chato
Dava gosto de se ver
Quando a cordeona se abria
E as mãos rudes do moreno
Esparramando alegria
Adão Dias, companheiro
Aonde estiver morando
A Polca do Serro Chato
Por certo estará tocando
O pago todo sorria
Com o sorriso deste taita
E a gauchada bailando
Ao som crioulo da gaita
Pra que o pago não te esqueça
Hoje faço este relato
E Adão Dias se eternize
Na Polka do Serro Chato