Letra de Milonga pra um Gauderiar - Adair de Freitas
Disco A
01
Meu Canto
02
De Já Hoje
03
Previsão
04
Canto De Ausência
05
Confissão
06
Exaltação à Guitarra
07
Mocito
08
Vida e Lida
09
Cancha Reta
10
Negro Negro
11
Fronteiriço
12
Milonga pra um Gauderiar
13
Romance de Rio e Remo
14
Quem Te Viu, Quem Te Vê
15
Milonga do Vaqueano
16
Cantiga da Esperança
17
Noite Adentro
18
Polca do Cerro Chato
19
Parceiro
20
Chimarrita de Riveira
Milonga pra um Gauderiar
Essa gana de cruzar estradas
Procurar por nada
Sem saber por que
É uma balda que peguei no rito
Porque o infinito
Quem parar não vê
Essa ânsia de beber lonjuras
Madrugadas puras
Que meu pago tem
Ensinou-me a gauderiar sozinho
E me fiz caminho
Pra meu próprio bem
E o motivo desse meu entono
É que fiz um trono
Do meu sirigote
Sobre o lombo do meu flete amigo
Que se vai comigo
Estradeando ao trote
Me encontrei por andar
Por andar me encontrei
Só do mundo é que eu sei
Nesse meu gauderiar
Quantas vezes um olhar de china
Quis roubar-me a sina
Que a vida me deu
Mas eu sempre refuguei cadenas
E me fui sem pena
Quando amanheceu
Nem eu mesmo, campesino sério
Sei qual é o mistério
Do meu campejar
E o motivo que me faz liberto
Sem ter rumo certo
Nem onde chegar
Mas eu sei que voltarei à essência
Pois quem tem querência
Sempre voltará
Nem que seja bem depois da vida
Renascer na lida
De um gaúcho piá
Me encontrei por andar
Por andar me encontrei
Só do mundo é que eu sei
Nesse meu gauderiar
Essa gana de cruzar estradas
Procurar por nada
Sem saber por que
É uma balda que peguei no rito
Porque o infinito
Quem parar não vê
Essa ânsia de beber lonjuras
Madrugadas puras
Que meu pago tem
Ensinou-me a gauderiar sozinho
E me fiz caminho
Pra meu próprio bem
Me encontrei por andar
Por andar me encontrei
Só do mundo é que eu sei
Nesse meu gauderiar
Procurar por nada
Sem saber por que
É uma balda que peguei no rito
Porque o infinito
Quem parar não vê
Essa ânsia de beber lonjuras
Madrugadas puras
Que meu pago tem
Ensinou-me a gauderiar sozinho
E me fiz caminho
Pra meu próprio bem
E o motivo desse meu entono
É que fiz um trono
Do meu sirigote
Sobre o lombo do meu flete amigo
Que se vai comigo
Estradeando ao trote
Me encontrei por andar
Por andar me encontrei
Só do mundo é que eu sei
Nesse meu gauderiar
Quantas vezes um olhar de china
Quis roubar-me a sina
Que a vida me deu
Mas eu sempre refuguei cadenas
E me fui sem pena
Quando amanheceu
Nem eu mesmo, campesino sério
Sei qual é o mistério
Do meu campejar
E o motivo que me faz liberto
Sem ter rumo certo
Nem onde chegar
Mas eu sei que voltarei à essência
Pois quem tem querência
Sempre voltará
Nem que seja bem depois da vida
Renascer na lida
De um gaúcho piá
Me encontrei por andar
Por andar me encontrei
Só do mundo é que eu sei
Nesse meu gauderiar
Essa gana de cruzar estradas
Procurar por nada
Sem saber por que
É uma balda que peguei no rito
Porque o infinito
Quem parar não vê
Essa ânsia de beber lonjuras
Madrugadas puras
Que meu pago tem
Ensinou-me a gauderiar sozinho
E me fiz caminho
Pra meu próprio bem
Me encontrei por andar
Por andar me encontrei
Só do mundo é que eu sei
Nesse meu gauderiar