Letra de Confissão - Adair de Freitas
Disco A
01
Meu Canto
02
De Já Hoje
03
Previsão
04
Canto De Ausência
05
Confissão
06
Exaltação à Guitarra
07
Mocito
08
Vida e Lida
09
Cancha Reta
10
Negro Negro
11
Fronteiriço
12
Milonga pra um Gauderiar
13
Romance de Rio e Remo
14
Quem Te Viu, Quem Te Vê
15
Milonga do Vaqueano
16
Cantiga da Esperança
17
Noite Adentro
18
Polca do Cerro Chato
19
Parceiro
20
Chimarrita de Riveira
Confissão
Eu monto a cavalo
Eu laço e pealo
Me “entreto” na lida
Assim passo o dia
Fingindo alegria mentindo pra vida
Porém quando a noite me vou aos pelegos
Sem ter o aconchego da minha chinoca
Confesso parceiro que até sinto o cheiro
Daquela que em sonhos meu sangue provoca
Se acaso ela queira seremos parceira e parceiro de tudo
Do rancho da lida, do amor e da vida, um viver macanudo
Não mais pataquadas e nem exigências
Apenas vivência no bom ou no pior
Não mais o machismo e nem feminismo
Só encontro de vidas pra um mundo melhor
Só encontros de vida pra um mundo melhor
Já tenho receio
Que perca os arreios
Qualquer noite dessas
E saia pra estrada porque já mais nada
Pra mim interessa
Já basta chinoca de andar escondendo
Se todos tão vendo que eu finjo viver
Por isso me entono com a dor do abandono
E volto a galope pra o teu bem querer
Se acaso ela queira seremos parceira e parceiro de tudo
Do rancho da lida, do amor e da vida, um viver macanudo
Não mais pataquadas e nem exigências
Apenas vivência no bom ou no pior
Não mais o machismo e nem feminismo
Só encontro de vidas pra um mundo melhor
Só encontros de vida pra um mundo melhor
Eu saio pra o campo
Tropeio e me acampo senhor campo a fora
E a china nas casas
Do resto das brasas faz fogos pras senhoras
Dirá pras gurias que vierem do enlace
Que não há quem lace um bagual sem voltear
Direi pros guris que viram do aconchego
Só vive em pelegos quem não sabe amar
Se acaso ela queira seremos parceira e parceiro de tudo
Do rancho da lida, do amor e da vida, um viver macanudo
Não mais pataquadas e nem exigências
Apenas vivência no bom ou no pior
Não mais o machismo e nem feminismo
Só encontro de vidas pra um mundo melhor
Só encontros de vida pra um mundo melhor
Eu laço e pealo
Me “entreto” na lida
Assim passo o dia
Fingindo alegria mentindo pra vida
Porém quando a noite me vou aos pelegos
Sem ter o aconchego da minha chinoca
Confesso parceiro que até sinto o cheiro
Daquela que em sonhos meu sangue provoca
Se acaso ela queira seremos parceira e parceiro de tudo
Do rancho da lida, do amor e da vida, um viver macanudo
Não mais pataquadas e nem exigências
Apenas vivência no bom ou no pior
Não mais o machismo e nem feminismo
Só encontro de vidas pra um mundo melhor
Só encontros de vida pra um mundo melhor
Já tenho receio
Que perca os arreios
Qualquer noite dessas
E saia pra estrada porque já mais nada
Pra mim interessa
Já basta chinoca de andar escondendo
Se todos tão vendo que eu finjo viver
Por isso me entono com a dor do abandono
E volto a galope pra o teu bem querer
Se acaso ela queira seremos parceira e parceiro de tudo
Do rancho da lida, do amor e da vida, um viver macanudo
Não mais pataquadas e nem exigências
Apenas vivência no bom ou no pior
Não mais o machismo e nem feminismo
Só encontro de vidas pra um mundo melhor
Só encontros de vida pra um mundo melhor
Eu saio pra o campo
Tropeio e me acampo senhor campo a fora
E a china nas casas
Do resto das brasas faz fogos pras senhoras
Dirá pras gurias que vierem do enlace
Que não há quem lace um bagual sem voltear
Direi pros guris que viram do aconchego
Só vive em pelegos quem não sabe amar
Se acaso ela queira seremos parceira e parceiro de tudo
Do rancho da lida, do amor e da vida, um viver macanudo
Não mais pataquadas e nem exigências
Apenas vivência no bom ou no pior
Não mais o machismo e nem feminismo
Só encontro de vidas pra um mundo melhor
Só encontros de vida pra um mundo melhor