Letra de Na minha Terra É Assim - Porca Véia
Disco A
01
Sentado sobre um arreio
02
Lembranças
03
Fandangueiro
04
Viva o Gaitaço
05
Coplas de Viramundo
06
Pataquero
07
Na minha Terra É Assim
08
Morena Luxuosa
09
Gaitaço
10
Rios e Amores
11
Lagoa Vermelha
12
São Francisco é Terra Boa
13
Marca Borrada
14
Luz do Meu Rancho
15
Lá Fora
16
Serrana
17
Vou Deixar Saudade
18
Chotes do Antoninho
19
Baile na Serra
20
Fim do Baile
21
Gaiteiro Por Demais
22
Andorinhas de verão
23
Baile Animado
24
O Tropeiro
25
Festança nos Barretos
26
Vaneira Pra Três Pandeiros
26
Vaneira Pra Três Pandeiros
27
Prenda Minha
28
Ginete da Fronteira
29
Laços de Falsidade
30
Recorrendo os Aguapé
Na minha Terra É Assim
É lindo ver a moçada bater o pé no salão
Numa bailanta campeira ao estilo do rincão
Ver um gaiteiro pachola que abraça a gaita com calma
Num fole que vai e vem tirando acordes da alma
Na minha terra é assim do inicio ao clarear do dia
Da gosto ver a minha gente bailando em harmonia
E até os tauras mais velhos com gargo e galhardia
Num grito de upa e se vamo se entreveram na folia
Queria que o mundo visse como é que vive esse povo
Que tem glórias no passado e a força do sangue novo
Lá no garrão do Brasil vivendo alegre o presente
Preocupado com o futuro e a honra da nossa gente
E no dia que eu me for cantar na outra querência
E o pai velho criador vai ter a santa paciência de deixar
De vez enquando que eu volte pra minha terra Bombear um
Fandango grande num rancho em cima da serra
Numa bailanta campeira ao estilo do rincão
Ver um gaiteiro pachola que abraça a gaita com calma
Num fole que vai e vem tirando acordes da alma
Na minha terra é assim do inicio ao clarear do dia
Da gosto ver a minha gente bailando em harmonia
E até os tauras mais velhos com gargo e galhardia
Num grito de upa e se vamo se entreveram na folia
Queria que o mundo visse como é que vive esse povo
Que tem glórias no passado e a força do sangue novo
Lá no garrão do Brasil vivendo alegre o presente
Preocupado com o futuro e a honra da nossa gente
E no dia que eu me for cantar na outra querência
E o pai velho criador vai ter a santa paciência de deixar
De vez enquando que eu volte pra minha terra Bombear um
Fandango grande num rancho em cima da serra