Letra de Lembranças - Porca Véia
Disco A
01
Sentado sobre um arreio
02
Lembranças
03
Fandangueiro
04
Viva o Gaitaço
05
Coplas de Viramundo
06
Pataquero
07
Na minha Terra É Assim
08
Morena Luxuosa
09
Gaitaço
10
Rios e Amores
11
Lagoa Vermelha
12
São Francisco é Terra Boa
13
Marca Borrada
14
Luz do Meu Rancho
15
Lá Fora
16
Serrana
17
Vou Deixar Saudade
18
Chotes do Antoninho
19
Baile na Serra
20
Fim do Baile
21
Gaiteiro Por Demais
22
Andorinhas de verão
23
Baile Animado
24
O Tropeiro
25
Festança nos Barretos
26
Vaneira Pra Três Pandeiros
26
Vaneira Pra Três Pandeiros
27
Prenda Minha
28
Ginete da Fronteira
29
Laços de Falsidade
30
Recorrendo os Aguapé
Lembranças
Quando as almas perdidas se encontram
Machucadas pelo desprazer
Um aceno, um riso, apenas
Dá vontade da gente viver
São os velhos mistérios da vida
Rebenqueados pelo dia a dia
Já cansados de tanta tristeza
Vão em busca de nova alegria
Já cansados de tanta tristeza
Vão em busca de nova alegria
E, ao morrer desta tarde, morena
Quando o sol, despacito, se vai
As lembranças tranqueiam com as águas
Passageiras do Rio Uruguai
E as guitarras, eternas cigarras
Entre as flores dos velhos ipês
Sempre vivas, dormidas, se acordam
Na lembrança da primeira vez
Sempre vivas, dormidas, se acordam
Na lembrança da primeira vez
E, ao morrer desta tarde, morena
Quando o sol, despacito, se vai
As lembranças tranqueiam com as águas
Passageiras do Rio Uruguai
E as guitarras, eternas cigarras
Entre as flores dos velhos ipês
Sempre vivas, dormidas, se acordam
Na lembrança da primeira vez
Sempre vivas, dormidas, se acordam
Na lembrança da primeira vez
Machucadas pelo desprazer
Um aceno, um riso, apenas
Dá vontade da gente viver
São os velhos mistérios da vida
Rebenqueados pelo dia a dia
Já cansados de tanta tristeza
Vão em busca de nova alegria
Já cansados de tanta tristeza
Vão em busca de nova alegria
E, ao morrer desta tarde, morena
Quando o sol, despacito, se vai
As lembranças tranqueiam com as águas
Passageiras do Rio Uruguai
E as guitarras, eternas cigarras
Entre as flores dos velhos ipês
Sempre vivas, dormidas, se acordam
Na lembrança da primeira vez
Sempre vivas, dormidas, se acordam
Na lembrança da primeira vez
E, ao morrer desta tarde, morena
Quando o sol, despacito, se vai
As lembranças tranqueiam com as águas
Passageiras do Rio Uruguai
E as guitarras, eternas cigarras
Entre as flores dos velhos ipês
Sempre vivas, dormidas, se acordam
Na lembrança da primeira vez
Sempre vivas, dormidas, se acordam
Na lembrança da primeira vez