Letra de Coplas de Viramundo - Porca Véia
Disco A
01
Sentado sobre um arreio
02
Lembranças
03
Fandangueiro
04
Viva o Gaitaço
05
Coplas de Viramundo
06
Pataquero
07
Na minha Terra É Assim
08
Morena Luxuosa
09
Gaitaço
10
Rios e Amores
11
Lagoa Vermelha
12
São Francisco é Terra Boa
13
Marca Borrada
14
Luz do Meu Rancho
15
Lá Fora
16
Serrana
17
Vou Deixar Saudade
18
Chotes do Antoninho
19
Baile na Serra
20
Fim do Baile
21
Gaiteiro Por Demais
22
Andorinhas de verão
23
Baile Animado
24
O Tropeiro
25
Festança nos Barretos
26
Vaneira Pra Três Pandeiros
26
Vaneira Pra Três Pandeiros
27
Prenda Minha
28
Ginete da Fronteira
29
Laços de Falsidade
30
Recorrendo os Aguapé
Coplas de Viramundo
Pra quem não sabe como andejo me apresento
Arrocinado no mundo destino e mala nos tentos
Deste meu jeito trago a querência marcada
Gadelhudo e basteriado marca velha que eu sustento
Conheço o vento pelo sopro donde vem
E a cara do calaveira quando não vale um vintém
Sempre fiz gosto pras carreiras de domingo
Encilhar o melhor pingo com semblante de monarca
E se o bochincho descambar para algum rancho
Nem que seja de carancho me entrevero na fuzarca
Quando eu me apeio num bolicho de campanha
Pra lotar frasco de canha e me benzer na pulperia
Sigo alarife pra cabeceira da tava
E a alma velha se lava vendo a sorte que me espia
Ninguém me ganha no grito ninguém me aperta
Que na hora da lambança abro picada na certa
E assim por diante chapéu torto e satisfeito
Pouco sei do meu direito e que me importa o delegado
Surrando a vida e a cara destes ventenas
Não dou alce às nazarenas pra bagual de lombo arcado
Arrocinado no mundo destino e mala nos tentos
Deste meu jeito trago a querência marcada
Gadelhudo e basteriado marca velha que eu sustento
Conheço o vento pelo sopro donde vem
E a cara do calaveira quando não vale um vintém
Sempre fiz gosto pras carreiras de domingo
Encilhar o melhor pingo com semblante de monarca
E se o bochincho descambar para algum rancho
Nem que seja de carancho me entrevero na fuzarca
Quando eu me apeio num bolicho de campanha
Pra lotar frasco de canha e me benzer na pulperia
Sigo alarife pra cabeceira da tava
E a alma velha se lava vendo a sorte que me espia
Ninguém me ganha no grito ninguém me aperta
Que na hora da lambança abro picada na certa
E assim por diante chapéu torto e satisfeito
Pouco sei do meu direito e que me importa o delegado
Surrando a vida e a cara destes ventenas
Não dou alce às nazarenas pra bagual de lombo arcado