Letra de Marcha Tropeira - Telmo de Lima Freitas
Disco A
01
Esquilador
02
Lembranças
03
Bolicho do Tio Candinho
04
Morena Rosa
05
Prenda Minha
06
Cantiga de Ronda
07
Pago Santo
08
Açougueiro
09
Baile de Rancho
10
Linha da Vida
11
Ciranda do Amanhã
12
Rosa da Vida
13
Honeyde Bertussi
14
Carteio da Vida
15
Meu Rancho
16
Recoluta
17
Primavera de Sonhos
18
Marcha Tropeira
Disco B
01
Morada Antiga
02
Fogão à Lenha
03
Pedro Quebra
04
Patacoada
05
A Mesma Fuça
06
Rio Paraná
07
Defumando Ausências
08
Tareco
09
Nega Formiga
10
Alambrado de Cordas
11
Piragueiros
12
Roubo da Gaita Velha
13
Aguateiro
14
Tempos de Praça
15
De Pé no Estribo
16
Faz de Conta
Marcha Tropeira
Olha o carreiro boi, olha o carreiro
Chapéu e poncho arma de tropeiro
Vamos marchando boi, vamos marchando
Quem deixa o pago tropeia chorando.
A tropa marcha num tranquear sereno
Tropeiro bueno gosta de cantar
Começa cedo a engolir distancia
Naquela ânsia de poder chegar.
Pó boi brasino que perdeu as contas
Das madrugadas que ajoujado foi
Segue na frente do corpo da tropa
Cumprindo a sina triste ser boi.
O boi de canga companheiro e tanto
Que ajoujado era lavrador
Remoendo a vida revolveu a terra
Pra ganhar por fim o matador.
Jornada dura que fazer agora
Onde o destino manda sem pedir
É ajoelhar-se para a carneadeira
Com direito apenas de mugir.
Chapéu e poncho arma de tropeiro
Vamos marchando boi, vamos marchando
Quem deixa o pago tropeia chorando.
A tropa marcha num tranquear sereno
Tropeiro bueno gosta de cantar
Começa cedo a engolir distancia
Naquela ânsia de poder chegar.
Pó boi brasino que perdeu as contas
Das madrugadas que ajoujado foi
Segue na frente do corpo da tropa
Cumprindo a sina triste ser boi.
O boi de canga companheiro e tanto
Que ajoujado era lavrador
Remoendo a vida revolveu a terra
Pra ganhar por fim o matador.
Jornada dura que fazer agora
Onde o destino manda sem pedir
É ajoelhar-se para a carneadeira
Com direito apenas de mugir.