Letra de Eu Reconheço Que Sou Grosso - Gildo de Freitas
Disco A
01
Rancho De Capim Barreado
02
Aventura de Um Gaúcho
03
Cantando Pra Lua
04
Saudades do Pago
05
Homenagem ao Rei da Trova
06
Três Amigos e uma Saudade
07
Mensagem Final
08
Cantando em Tua Memória
09
Eu Reconheço Que Sou Grosso
10
Sem Você Não Sou Feliz
11
Carreirada
12
Saudade de Minha Terra
13
Homenagem a Gildo de Freitas
14
Baile dos Cabeludos
15
História dos Passarinhos
16
Chimarreando Solita
Eu Reconheço Que Sou Grosso
Me chamam de grosso, eu não tiro a razão;
Eu reconheço a minha grossura;
Mas, sei tratar a qualquer cidadão,
Até representa que eu tenho cultura;
Eu aprendi na escola do mundo,
Não foi falquejado em bancos colegiais;
Eu não teve tempo de ser vagabundo,
Porque quem trabalha vergonha não faz.
Lalará, rarará, lalará, rarará, lararárararárararárarará
Lalará, rarará, lalará, rarará, lararárararárararárararaaaa
Eu trabalhava, ajudava meus pais,
Sempre levei a vida de peão;
Porque no tempo que eu era rapaz...
Qualquer serviço era uma diversão;
Lidava no campo cantando pros bichos,
Porque pra cantar eu trouxe vocação;
Por isso até hoje eu tenho por capricho...
De conservar a minha tradição.
Lalará, rarará, lalará, rarará, lararárararárararárarará
Lalará, rarará, lalará, rarará, lararárararárararárararaaaa
Eu aprendi a dançar aos domingos...
Sentindo o cheiro do pó do galpão;
Pedia licença apeava do pingo...
E dizia adeus assim de mão em mão;
E quem conhece o sistema antigo,
Reclame por carta se eu estou mentindo;
São documentos que eu trago comigo,
Porque o respeito eu acho muito lindo.
Lalará, rarará, lalará, rarará, lararárararárararárarará
Lalará, rarará, lalará, rarará, lararárararárararárararaaaa
Minha sociedade é o meu ctg,
Porque nela enxergo toda a antiguidade;
E não se confunda eu explico por que...
Os trajes das moças não são à vontade;
E se, por acaso, um perverso sujeito,
Querer fazer uso e abusos de agora...
Já entra o machismo impondo respeito...
E arranca o perverso em seguida pra fora.
Lalará, rarará, lalará, rarará, lararárararárararárarará
Lalará, rarará, lalará, rarará, lararárararárararárararaaaa
Ô mocidade associem com a gente,
Vá no ctg e leve um documento;
Vão ver de perto o que dança os decente,
E que sociedade de bons casamentos;
Vá ver a pureza, vá ver alegria,
Vá ver o respeito dessa sociedade;
Vá ver o encanto das belas gurias,
Que possam lhe dar uma felicidade.
Lalará, rarará, lalará, rarará, lararárararárararárarará
Lalará, rarará, lalará, rarará, lararárararárararárararaaaa
Eu reconheço a minha grossura;
Mas, sei tratar a qualquer cidadão,
Até representa que eu tenho cultura;
Eu aprendi na escola do mundo,
Não foi falquejado em bancos colegiais;
Eu não teve tempo de ser vagabundo,
Porque quem trabalha vergonha não faz.
Lalará, rarará, lalará, rarará, lararárararárararárarará
Lalará, rarará, lalará, rarará, lararárararárararárararaaaa
Eu trabalhava, ajudava meus pais,
Sempre levei a vida de peão;
Porque no tempo que eu era rapaz...
Qualquer serviço era uma diversão;
Lidava no campo cantando pros bichos,
Porque pra cantar eu trouxe vocação;
Por isso até hoje eu tenho por capricho...
De conservar a minha tradição.
Lalará, rarará, lalará, rarará, lararárararárararárarará
Lalará, rarará, lalará, rarará, lararárararárararárararaaaa
Eu aprendi a dançar aos domingos...
Sentindo o cheiro do pó do galpão;
Pedia licença apeava do pingo...
E dizia adeus assim de mão em mão;
E quem conhece o sistema antigo,
Reclame por carta se eu estou mentindo;
São documentos que eu trago comigo,
Porque o respeito eu acho muito lindo.
Lalará, rarará, lalará, rarará, lararárararárararárarará
Lalará, rarará, lalará, rarará, lararárararárararárararaaaa
Minha sociedade é o meu ctg,
Porque nela enxergo toda a antiguidade;
E não se confunda eu explico por que...
Os trajes das moças não são à vontade;
E se, por acaso, um perverso sujeito,
Querer fazer uso e abusos de agora...
Já entra o machismo impondo respeito...
E arranca o perverso em seguida pra fora.
Lalará, rarará, lalará, rarará, lararárararárararárarará
Lalará, rarará, lalará, rarará, lararárararárararárararaaaa
Ô mocidade associem com a gente,
Vá no ctg e leve um documento;
Vão ver de perto o que dança os decente,
E que sociedade de bons casamentos;
Vá ver a pureza, vá ver alegria,
Vá ver o respeito dessa sociedade;
Vá ver o encanto das belas gurias,
Que possam lhe dar uma felicidade.
Lalará, rarará, lalará, rarará, lararárararárararárarará
Lalará, rarará, lalará, rarará, lararárararárararárararaaaa