Letra de Cantando Pra Lua - Gildo de Freitas
Disco A
01
Rancho De Capim Barreado
02
Aventura de Um Gaúcho
03
Cantando Pra Lua
04
Saudades do Pago
05
Homenagem ao Rei da Trova
06
Três Amigos e uma Saudade
07
Mensagem Final
08
Cantando em Tua Memória
09
Eu Reconheço Que Sou Grosso
10
Sem Você Não Sou Feliz
11
Carreirada
12
Saudade de Minha Terra
13
Homenagem a Gildo de Freitas
14
Baile dos Cabeludos
15
História dos Passarinhos
16
Chimarreando Solita
Cantando Pra Lua
Ai vai surgindo à lua cheia como é linda
Com os seus raios luminosos cor de prata
Eu me recordo quando a lua vem surgindo
Das noites lindas que eu fazia serenata
Oh lua cheia o teu luar não envelhece
E reconhece que pra ti eu já cantei tanto
Porque deixaste eu ficar assim velhinho
Hoje caio do meu pingo quero cantar e não canto
Quando eu enxergo o clarão da lua cheia
Me dá vontade de andar pelas estradas
Ansiosamente meu coração balanceia
Oh lua cheia cadê minhas namoradas
Eu hoje em dia não canto mais serenata
Porque a velhice matou a minha mocidade
Eu vejo a lua luminosa cor de prata
E pouco a pouco vou morrendo de saudade
(-É brabo, mas a saudade malvada mata a gente!)
Quando eu morrer peço aos meus companheiros
Me largue no terreiro e alguém cantando na rua
No meu caixão me ponham um violão junto
Pode ser que meu defunto ainda cante para a Lua
Na minha campa dia santo e de finado
Quero cantiga quero sorrisos e palmas
Um capelão que reze um terço cantado
Será só isso que alegra a minha alma
Um capelão que reze um terço cantado
Será só isso que alegra a minha alma
(-Vamô fecha as porteira rapaziada)
Com os seus raios luminosos cor de prata
Eu me recordo quando a lua vem surgindo
Das noites lindas que eu fazia serenata
Oh lua cheia o teu luar não envelhece
E reconhece que pra ti eu já cantei tanto
Porque deixaste eu ficar assim velhinho
Hoje caio do meu pingo quero cantar e não canto
Quando eu enxergo o clarão da lua cheia
Me dá vontade de andar pelas estradas
Ansiosamente meu coração balanceia
Oh lua cheia cadê minhas namoradas
Eu hoje em dia não canto mais serenata
Porque a velhice matou a minha mocidade
Eu vejo a lua luminosa cor de prata
E pouco a pouco vou morrendo de saudade
(-É brabo, mas a saudade malvada mata a gente!)
Quando eu morrer peço aos meus companheiros
Me largue no terreiro e alguém cantando na rua
No meu caixão me ponham um violão junto
Pode ser que meu defunto ainda cante para a Lua
Na minha campa dia santo e de finado
Quero cantiga quero sorrisos e palmas
Um capelão que reze um terço cantado
Será só isso que alegra a minha alma
Um capelão que reze um terço cantado
Será só isso que alegra a minha alma
(-Vamô fecha as porteira rapaziada)