Letra de Proseando Com Meu Cavalo - Dionísio Costa
Disco A
01
Não é Bem Assim
02
A Dom Gildinho Monarca
03
Você Já Foi, Graças a Deus
04
Engasgado na Pistola
05
No Rio da Vida
06
Minha Paixão
07
Romance de Baile
08
Nasceu Um Gaúcho
09
Louco Por Vanera
10
Nos Braços da Fandangueira
11
Visita de Saudade
12
Tipo à Toa
13
Pra Campear Namoro
14
Proseando Com Meu Cavalo
15
A Te Procurar
16
Na Boca da Cobra
Proseando Com Meu Cavalo
(Pedro Neves, Dionísio Costa)
Vem cá meu pingo, ‘bamo tê’ uma prósa boa
Tu anda à tôa, me tratando aos 'manotáço'
Não facilita, nem exija muito mimo
Porque eu te estimo e não quero te ‘passá’ o laço
Bicho rebelde, não me assusta nem um pouco
Matungo ‘loco’, tu pode ‘virá’ as ‘cangaia’
Qualquer pulinho, não vai me tirar do sério
Que eu sou gaudério e vou campear rabo de saia
Não esperava que fosse me dar trabalho
Pois tô grisalho e tu também não é mais potro
Andamos juntos dividindo o mesmo arreio
E é muito feio um amigo ‘derrubá’ o outro
Se tu bem sabe que eu sou teu melhor amigo
Conto contigo pra me levar pra os namoros
Que coisa feia tu bancar o caborteiro
Meu companheiro me fazendo desaforo
Por isso amigo escuta bem o que te falo
Tu é cavalo e me ajudar é tua sina
Se na verdade somos parceiros de estrada
Não custa nada, tu ‘engarupá’ alguma china
Tu me desculpe te 'passá' este baita pito
Mas acredito que meu cavalo me entende
Me obedecendo tu vai correr perigo
Que um bom amigo não se empresta e nem se vende
O nosso trato vale mais do que um contrato
Não te maltrato e tu não me deixa de à pé
De tardezinha te levo pra 'vê' uma eguada
De madrugada me leva pra 'vê' as 'muié'
Vem cá meu pingo, ‘bamo tê’ uma prósa boa
Tu anda à tôa, me tratando aos 'manotáço'
Não facilita, nem exija muito mimo
Porque eu te estimo e não quero te ‘passá’ o laço
Bicho rebelde, não me assusta nem um pouco
Matungo ‘loco’, tu pode ‘virá’ as ‘cangaia’
Qualquer pulinho, não vai me tirar do sério
Que eu sou gaudério e vou campear rabo de saia
Não esperava que fosse me dar trabalho
Pois tô grisalho e tu também não é mais potro
Andamos juntos dividindo o mesmo arreio
E é muito feio um amigo ‘derrubá’ o outro
Se tu bem sabe que eu sou teu melhor amigo
Conto contigo pra me levar pra os namoros
Que coisa feia tu bancar o caborteiro
Meu companheiro me fazendo desaforo
Por isso amigo escuta bem o que te falo
Tu é cavalo e me ajudar é tua sina
Se na verdade somos parceiros de estrada
Não custa nada, tu ‘engarupá’ alguma china
Tu me desculpe te 'passá' este baita pito
Mas acredito que meu cavalo me entende
Me obedecendo tu vai correr perigo
Que um bom amigo não se empresta e nem se vende
O nosso trato vale mais do que um contrato
Não te maltrato e tu não me deixa de à pé
De tardezinha te levo pra 'vê' uma eguada
De madrugada me leva pra 'vê' as 'muié'