Letra de Nos Braços da Fandangueira - Dionísio Costa
Disco A
01
Não é Bem Assim
02
A Dom Gildinho Monarca
03
Você Já Foi, Graças a Deus
04
Engasgado na Pistola
05
No Rio da Vida
06
Minha Paixão
07
Romance de Baile
08
Nasceu Um Gaúcho
09
Louco Por Vanera
10
Nos Braços da Fandangueira
11
Visita de Saudade
12
Tipo à Toa
13
Pra Campear Namoro
14
Proseando Com Meu Cavalo
15
A Te Procurar
16
Na Boca da Cobra
Nos Braços da Fandangueira
(Dionísio Costa)
De bombacha e crina baixa, eu vou sacudir a graxa
Na lida ninguém me acha, que hoje eu me vou pra folia
Tem festança, trago e dança e a saudade não se amansa
Vou gineteando a esperança, de ver aquela guria
Mês passado no povoado, no entrevero d’um bailado
Com olhar embodocado, fez promessa de namoro
E na hora de ir embora, foi espichando a demora
Vendo eu cutucar a espora, sorriu engolindo o choro
Na vanera bem campeira, vou fazer subir a poeira
Nos braços da fandangueira, quero amanhecer bailando
Nem cachaça, nem fumaça, hoje vício não me abraça
Que essa vida logo passa e eu não vou ficar sobrando
Não receio ‘zóio’ feio, fui criado nos 'arreio'
E bagual que eu “dô’ um passeio, vira um pingo de patrão
Não é prosa, é pavorosa, minha vida é perigosa
Mas a lida mais custosa, é taurear a solidão
Por isso que me enfeitiço, com aquele olhar mestiço
Que à muito tempo eu cobiço, pra iluminar minha estrada
Firmo o passo no compasso, pra deixar de ser escasso
Um sorriso e um abraço, no fim de cada jornada
De bombacha e crina baixa, eu vou sacudir a graxa
Na lida ninguém me acha, que hoje eu me vou pra folia
Tem festança, trago e dança e a saudade não se amansa
Vou gineteando a esperança, de ver aquela guria
Mês passado no povoado, no entrevero d’um bailado
Com olhar embodocado, fez promessa de namoro
E na hora de ir embora, foi espichando a demora
Vendo eu cutucar a espora, sorriu engolindo o choro
Na vanera bem campeira, vou fazer subir a poeira
Nos braços da fandangueira, quero amanhecer bailando
Nem cachaça, nem fumaça, hoje vício não me abraça
Que essa vida logo passa e eu não vou ficar sobrando
Não receio ‘zóio’ feio, fui criado nos 'arreio'
E bagual que eu “dô’ um passeio, vira um pingo de patrão
Não é prosa, é pavorosa, minha vida é perigosa
Mas a lida mais custosa, é taurear a solidão
Por isso que me enfeitiço, com aquele olhar mestiço
Que à muito tempo eu cobiço, pra iluminar minha estrada
Firmo o passo no compasso, pra deixar de ser escasso
Um sorriso e um abraço, no fim de cada jornada