Letra de Vivência de Galpão - João Luiz Corrêa
Disco A
01
Bailando no Rincão
02
Ninguém é de Ninguém
03
Bateu Saudade
04
Quando Ronca a Gaita Velha
05
Segredos de Domador
06
Pela Várzea do Cedro
07
No Meu Peito
08
Só Quem é Taura Se Aguenta
09
Fandango Galponeiro
10
Destino Gaitero
11
Toma Jeito Bugio
12
Meu Coração Pra Você
13
Vivência de Galpão
14
Chora Coração
15
Se Preparando Para um Baile
Vivência de Galpão
A madrugada num reponte se boleia
Rumo a alvorada pra um raiar de um novo dia
E o coração xucro e campeiro corcoveia
Na ânsia louca de se esbandar de alegria
Enquanto o cheiro de campanha se acolhera
Junto a fumaça da chaminé do galpão
Com o odor de cérne, angico e nó de pinho
Que viram brasas no velho fogo de chão
{refrão}
São as vivências que rebrotam a cada tento
Que tranço lento no dia-a-dia de peão
Onde os limites são a pampa e o firmamento
E onde o centro do universo é o meu galpão
O sol num upa dá buenos dias e se achega
De cara alegre faz sinuelo pra peonada
Que já se encontram nos alambrados da estância
Ou na coxilha dando de sal pra boiada
O peão campeiro toma conta do galpão
Dos afazeres cotidianos de campanha
Cuidar o fogo e preparar o carreteiro
Café passado, um bom mate e um gol de canha
Refrão
Mas quando a tarde perde o rumo e se despede
É fim de lida pra peonada do rincão
Que se reúnem entre prosa e gargalhada
Ao pé do fogo e o mate de mão em mão
A noite buena dá oh de casa e se achega
Calma e serena vem em forma de guarida
Berço sagrado pra o descanço de um campeiro
Que pula cedo pra um novo dia de lida
Refrão
Rumo a alvorada pra um raiar de um novo dia
E o coração xucro e campeiro corcoveia
Na ânsia louca de se esbandar de alegria
Enquanto o cheiro de campanha se acolhera
Junto a fumaça da chaminé do galpão
Com o odor de cérne, angico e nó de pinho
Que viram brasas no velho fogo de chão
{refrão}
São as vivências que rebrotam a cada tento
Que tranço lento no dia-a-dia de peão
Onde os limites são a pampa e o firmamento
E onde o centro do universo é o meu galpão
O sol num upa dá buenos dias e se achega
De cara alegre faz sinuelo pra peonada
Que já se encontram nos alambrados da estância
Ou na coxilha dando de sal pra boiada
O peão campeiro toma conta do galpão
Dos afazeres cotidianos de campanha
Cuidar o fogo e preparar o carreteiro
Café passado, um bom mate e um gol de canha
Refrão
Mas quando a tarde perde o rumo e se despede
É fim de lida pra peonada do rincão
Que se reúnem entre prosa e gargalhada
Ao pé do fogo e o mate de mão em mão
A noite buena dá oh de casa e se achega
Calma e serena vem em forma de guarida
Berço sagrado pra o descanço de um campeiro
Que pula cedo pra um novo dia de lida
Refrão