Letra de Bailando no Rincão - João Luiz Corrêa
Disco A
01
Bailando no Rincão
02
Ninguém é de Ninguém
03
Bateu Saudade
04
Quando Ronca a Gaita Velha
05
Segredos de Domador
06
Pela Várzea do Cedro
07
No Meu Peito
08
Só Quem é Taura Se Aguenta
09
Fandango Galponeiro
10
Destino Gaitero
11
Toma Jeito Bugio
12
Meu Coração Pra Você
13
Vivência de Galpão
14
Chora Coração
15
Se Preparando Para um Baile
Bailando no Rincão
Vou neste tranco da moçada dançadeira
A noite inteira num fandango no rincão
Já me acuiéro porque me gusta o retoço
O xixo é grosso e o gaiteiro é dos “bão”
Me agrada um toque de cordeona e de pandeiro
Sou fandangueiro e danço meio diferente
Me pacholeio com a mais linda do entreveiro
Destas que o cheiro embriaga o peito da gente
Refrão
Toque gaiteiro puxe o fole que hoje eu danço
Num balanço de levantar polvadeira
Toque gaiteiro puxe o fole que hoje eu danço
E me desmancho nesse tranco de vanera
Deixo meu rastro desde a sala inte o balcão
E o meu carvão e pra já que se termina
Mas não da nada,pois na vida deste taita
Não falta gaita,trago e agrado de china
E essas percantas me rodeiam quando chego
Fazem chamego pra beber na parceria
E eu me faço de louco e vou tenteando
Vou apertando e retoço até clarear o dia
Volto pro rancho quebrado e bem sozinho
Pra achar o caminho é um sofrimento que dá pena
No outro dia nem o demônio me ataca
Curo a ressaca no lombo de um ventena
A lida é braba pra quem faz de tudo um pouco
Junto meus troco e me acerto com o patrão
Sábado é certo que me mando a la cria
E clareio dia borracho pelo rincão
A noite inteira num fandango no rincão
Já me acuiéro porque me gusta o retoço
O xixo é grosso e o gaiteiro é dos “bão”
Me agrada um toque de cordeona e de pandeiro
Sou fandangueiro e danço meio diferente
Me pacholeio com a mais linda do entreveiro
Destas que o cheiro embriaga o peito da gente
Refrão
Toque gaiteiro puxe o fole que hoje eu danço
Num balanço de levantar polvadeira
Toque gaiteiro puxe o fole que hoje eu danço
E me desmancho nesse tranco de vanera
Deixo meu rastro desde a sala inte o balcão
E o meu carvão e pra já que se termina
Mas não da nada,pois na vida deste taita
Não falta gaita,trago e agrado de china
E essas percantas me rodeiam quando chego
Fazem chamego pra beber na parceria
E eu me faço de louco e vou tenteando
Vou apertando e retoço até clarear o dia
Volto pro rancho quebrado e bem sozinho
Pra achar o caminho é um sofrimento que dá pena
No outro dia nem o demônio me ataca
Curo a ressaca no lombo de um ventena
A lida é braba pra quem faz de tudo um pouco
Junto meus troco e me acerto com o patrão
Sábado é certo que me mando a la cria
E clareio dia borracho pelo rincão