Letra de Fandango Galponeiro - João Luiz Corrêa
Disco A
01
Bailando no Rincão
02
Ninguém é de Ninguém
03
Bateu Saudade
04
Quando Ronca a Gaita Velha
05
Segredos de Domador
06
Pela Várzea do Cedro
07
No Meu Peito
08
Só Quem é Taura Se Aguenta
09
Fandango Galponeiro
10
Destino Gaitero
11
Toma Jeito Bugio
12
Meu Coração Pra Você
13
Vivência de Galpão
14
Chora Coração
15
Se Preparando Para um Baile
Fandango Galponeiro
(Letra: Diego Muller/Salvador Lamberty | música: Marco Lima)
Abre esta gaita neste surungo de rancho
Que o povo gosta de um fandango galponeiro
Puxa a vaneira, que a peonada já se arrancha
Num troca-passo na penumbra do candeeiro
Dança o domeiro, o pescador, dança o patrão
Dança o chibeiro, o plantador e o tropeiro
Toda a campanha se ermanando neste embalo
Que a botoneira traz acordes bem campeiros
Bamo pra sala que a gaita não dá descanso
Neste balanço de sacudir as melena´
Eu me esparramo, com os olhos de pirilampo
E já me acampo nos braços de uma morena
O chão batido, de cinza, saibro e lembranças
Rancho barreado, coberto de santa-fé
Tempo bagual desta minha pátria sulina
Onde a vaneira vem timbrar a sola dos pé´
E a gaita velha, derramando mil segredos
A noite morre, vem a aurora em claridade
O enamorado se despede da morena
Não sabe onde carregar tanta saudade
Bamo pra sala que a gaita não dá descanso...
Abre esta gaita neste surungo de rancho
Que o povo gosta de um fandango galponeiro
Puxa a vaneira, que a peonada já se arrancha
Num troca-passo na penumbra do candeeiro
Dança o domeiro, o pescador, dança o patrão
Dança o chibeiro, o plantador e o tropeiro
Toda a campanha se ermanando neste embalo
Que a botoneira traz acordes bem campeiros
Bamo pra sala que a gaita não dá descanso
Neste balanço de sacudir as melena´
Eu me esparramo, com os olhos de pirilampo
E já me acampo nos braços de uma morena
O chão batido, de cinza, saibro e lembranças
Rancho barreado, coberto de santa-fé
Tempo bagual desta minha pátria sulina
Onde a vaneira vem timbrar a sola dos pé´
E a gaita velha, derramando mil segredos
A noite morre, vem a aurora em claridade
O enamorado se despede da morena
Não sabe onde carregar tanta saudade
Bamo pra sala que a gaita não dá descanso...