Letra de Por Onde Anda a Alma Inquieta do Poeta - Gujo Teixeira
Disco A
01
À Flor da Terra
02
Cuidando o Campo
03
Qualquer Domingo
04
Romance de Flor e Luna
05
Por Onde Anda a Alma Inquieta do Poeta
06
Batendo Água
07
Tô a Cavalo
08
Tapeando o Sombreiro
09
Na Invernada do Vento
10
Alma de Espelho de Rio
11
Por um Abraço
12
Há Tempos...
13
Resto de Fronteira
14
Tarde de Chuva Num Quarto de Estância
15
Um Gaúcho Pega a Estrada
16
Alma de Ferro
Por Onde Anda a Alma Inquieta do Poeta
Por onde anda a alma inquieta do poeta?
Que nos deixou, cantando versos de saudade...
Talvez buscando um rumo nas estradas que criou
Ou procurando algum amor da mocidade.
A sombra grande dos teus versos ainda vejo
Pousada mansa, nos meus livros da estante
Ao mesmo tempo que eu a tenho assim nas mãos
Abrem suas asas, pra voarem tão distante.
Só quem já teve madrugadas pela cara
Dessas que os galos acordavam no cantar
Sabe que a alma de um poeta tem estrelas
E versos claros que por si sabem falar.
Por onde anda a alma inquieta do poeta
Que cantou versos pra saudade dos amigos?
Talvez andeje pelo céu que ela merece
E eu bem queria, que ela andasse aqui comigo.
Quem sabe ande numa tropa estrada à fora
Ou ronde mansa algum silencio de tapera...
Quem sabe ande pela tinta das canetas
Que esboçam versos, pela angustia de uma espera.
É um desafio trazer meu canto assim pequeno
(sombra miúda, ante as frondes que expande)
E que tua “luz” além da herança, nos deixou
Uma estrelita, junto ao céu deste Rio Grande.
Que nos deixou, cantando versos de saudade...
Talvez buscando um rumo nas estradas que criou
Ou procurando algum amor da mocidade.
A sombra grande dos teus versos ainda vejo
Pousada mansa, nos meus livros da estante
Ao mesmo tempo que eu a tenho assim nas mãos
Abrem suas asas, pra voarem tão distante.
Só quem já teve madrugadas pela cara
Dessas que os galos acordavam no cantar
Sabe que a alma de um poeta tem estrelas
E versos claros que por si sabem falar.
Por onde anda a alma inquieta do poeta
Que cantou versos pra saudade dos amigos?
Talvez andeje pelo céu que ela merece
E eu bem queria, que ela andasse aqui comigo.
Quem sabe ande numa tropa estrada à fora
Ou ronde mansa algum silencio de tapera...
Quem sabe ande pela tinta das canetas
Que esboçam versos, pela angustia de uma espera.
É um desafio trazer meu canto assim pequeno
(sombra miúda, ante as frondes que expande)
E que tua “luz” além da herança, nos deixou
Uma estrelita, junto ao céu deste Rio Grande.