Letra de Rei do Volante - Francisco Vargas
Disco A
01
Coice no Saco
02
Tem um Gato me Tentiando
03
Viver do Meu Pai
04
Sinto Orgulho de Ser Grosso
05
Engenheiro Sem Diploma
06
Saudando as Mães
07
Dando as Mãos pra Mulherada
08
O Bom Cabrito Não Berra
09
Já Está Solto Meu Cuiúdo
10
Tropeiro dos Pampas
11
Vermelho e Cabeçudo
12
Venta Rasgada
13
Sinto Orgulho do Que Sou
14
Dom Tranquilo
15
Trova em Preto e Branco
16
Rei do Volante
17
Xucro de Berço
18
Recordando a Infância
19
Percorrendo o Rio Grande
20
Mordendo a Perna do Freio
21
Fracassar Porque
Rei do Volante
Francisco Vargas
O motorista companheiro amigo
Que no volante tu luta e forceja
Caminhoneiros deste mundo velho
Em qualquer canto que esta hora esteja
Vim te prestar uma simples homenagem
Junto a uma prece lá na santa igreja
Tua profissão eu respeito e louvo
E que são Cristóvão sempre te proteja.
Graças a Deus que já voltei de novo
Caminhoneiro a vida não é mansa
Mas esta noite vou dormir tranqüilo
Agarradinho na mãe das criança.
Peço as esposas dos caminhoneiros
As namoradas e as noivas também
Que rezem muito por estas soldados
Que estão peleando pelo mundo além.
Os mais antigos estão se aposentando
E os mais novos iniciando arecém
Sentem saudade da mãe e do pai
Eles só sabem a hora que saem
Mas desconhecem o dia que vem.
Às vezes o dia amanhece azarento
Que lê entristece e de viajar enjoa
Fura um pneu, até bate o motor,
Rebenta um eixo, pinhão e coroa.
A caixa quebra, lhe suja de óleo
Barro velho vermelho de chuva ou garoa
Vai levar as mãos bota fora aliança
E a mulher velha perde a confiança
E ele o carinho da velha patroa.
Uma boa viagem a todos os motoristas
Os caminhoneiros entreguem certo a carga
E os assaltantes nem lembram de vocês
E nunca mais passam horas amargas.
Tanto na ida, no pouso ou na vinda
Suas estradas sejam livres e largas
Tu é um rei e a cabine é o trono
Na noite longa pra espantar o sono
Escuta a fita do Francisco Vargas.
O motorista companheiro amigo
Que no volante tu luta e forceja
Caminhoneiros deste mundo velho
Em qualquer canto que esta hora esteja
Vim te prestar uma simples homenagem
Junto a uma prece lá na santa igreja
Tua profissão eu respeito e louvo
E que são Cristóvão sempre te proteja.
Graças a Deus que já voltei de novo
Caminhoneiro a vida não é mansa
Mas esta noite vou dormir tranqüilo
Agarradinho na mãe das criança.
Peço as esposas dos caminhoneiros
As namoradas e as noivas também
Que rezem muito por estas soldados
Que estão peleando pelo mundo além.
Os mais antigos estão se aposentando
E os mais novos iniciando arecém
Sentem saudade da mãe e do pai
Eles só sabem a hora que saem
Mas desconhecem o dia que vem.
Às vezes o dia amanhece azarento
Que lê entristece e de viajar enjoa
Fura um pneu, até bate o motor,
Rebenta um eixo, pinhão e coroa.
A caixa quebra, lhe suja de óleo
Barro velho vermelho de chuva ou garoa
Vai levar as mãos bota fora aliança
E a mulher velha perde a confiança
E ele o carinho da velha patroa.
Uma boa viagem a todos os motoristas
Os caminhoneiros entreguem certo a carga
E os assaltantes nem lembram de vocês
E nunca mais passam horas amargas.
Tanto na ida, no pouso ou na vinda
Suas estradas sejam livres e largas
Tu é um rei e a cabine é o trono
Na noite longa pra espantar o sono
Escuta a fita do Francisco Vargas.