Letra de Searas de Paz - Adair de Freitas
Disco A
01
De Já Hoje
02
Meu Canto
03
Coplas de Saudade
04
Mocito
05
Pra Falar do Zaino Estrela
06
Sem Diploma ou Pedigree
07
Vento Xucro
08
Polka do Cerro Chato
09
Cantiga de Esperança
10
Quando Chora Uma Cordeona
11
Previsão
12
Meu Ranchinho
Disco B
01
Palomas Postal da Pampa
02
Obrigado Guria
03
Pampeano
04
Coplas Para Um Tresnoitado
05
Romance de um Peão Posteiro
06
Pra Cantar o Rio Grande
07
Estância da Harmonia
08
Esses Meninos
09
Changueiro de Vida e Lida
10
Universo Campeiro
11
Segredo Antigo
12
Searas de Paz
Searas de Paz
Pegar em armas em nome da terra
Que barbaridade, onde é que já se viu?
A terra precisa de arados e enxadas
E mãos calejadas pra ofertar o cio
Irmãos de pátria, de fé e de sangue
Fomentando a guerra só vão conseguir
Financiar a fome, cultivar o ódio,
Pragas na lavoura do nosso porvir
Financiar a fome, cultivar o ódio,
Pragas na lavoura do nosso porvir
Não, não é assim
Tirar a terra de quem dela cuida
E apesar de tudo não saiu dali
Não, não é assim
Deixar sem terra os que querem cuidá-la
Pois campos-taperas não vão produzir
Sim, homens ilustres de cruz ou de espada
De discursos lindos e palavras vãs
É chegada a hora de cumprir promessas
Dar as mãos pra vida que o mundo tem pressa
De searas novas para o amanhã
É chegada a hora de cumprir promessas
Dar as mãos pra vida que o mundo tem pressa
De searas novas para o amanhã
Não, não é assim
Tirar a terra de quem dela cuida
E apesar de tudo não saiu dali
Não, não é assim
Deixar sem terra os que querem cuidá-la
Pois campos-taperas não vão produzir
Ninguém tem culpa de haver nascido
Sobre as sesmarias de algum ancestral
Nem é culpado quem nasceu num catre
Acampado à beira da estrada real
Há de haver um jeito de ajeitar o tranco
Pra levar a tropa rumo ao seu destino
E deixar na estrada muito boi corneta
Que não é colono e nem campesino
E deixar na estrada muito boi corneta
Que não é colono e nem campesino
Não, não é assim
Tirar a terra de quem dela cuida
E apesar de tudo não saiu dali
Não, não é assim
Deixar sem terra os que querem cuidá-la
Pois campos-taperas não vão produzir
Sim, homens ilustres de cruz ou de espada
De discursos lindos e palavras vãs
É chegada a hora de cumprir promessas
Dar as mãos pra vida que o mundo tem pressa
De searas novas para o amanhã
É chegada a hora de cumprir promessas
Dar as mãos pra vida que o mundo tem pressa
De searas novas para o amanhã
Que barbaridade, onde é que já se viu?
A terra precisa de arados e enxadas
E mãos calejadas pra ofertar o cio
Irmãos de pátria, de fé e de sangue
Fomentando a guerra só vão conseguir
Financiar a fome, cultivar o ódio,
Pragas na lavoura do nosso porvir
Financiar a fome, cultivar o ódio,
Pragas na lavoura do nosso porvir
Não, não é assim
Tirar a terra de quem dela cuida
E apesar de tudo não saiu dali
Não, não é assim
Deixar sem terra os que querem cuidá-la
Pois campos-taperas não vão produzir
Sim, homens ilustres de cruz ou de espada
De discursos lindos e palavras vãs
É chegada a hora de cumprir promessas
Dar as mãos pra vida que o mundo tem pressa
De searas novas para o amanhã
É chegada a hora de cumprir promessas
Dar as mãos pra vida que o mundo tem pressa
De searas novas para o amanhã
Não, não é assim
Tirar a terra de quem dela cuida
E apesar de tudo não saiu dali
Não, não é assim
Deixar sem terra os que querem cuidá-la
Pois campos-taperas não vão produzir
Ninguém tem culpa de haver nascido
Sobre as sesmarias de algum ancestral
Nem é culpado quem nasceu num catre
Acampado à beira da estrada real
Há de haver um jeito de ajeitar o tranco
Pra levar a tropa rumo ao seu destino
E deixar na estrada muito boi corneta
Que não é colono e nem campesino
E deixar na estrada muito boi corneta
Que não é colono e nem campesino
Não, não é assim
Tirar a terra de quem dela cuida
E apesar de tudo não saiu dali
Não, não é assim
Deixar sem terra os que querem cuidá-la
Pois campos-taperas não vão produzir
Sim, homens ilustres de cruz ou de espada
De discursos lindos e palavras vãs
É chegada a hora de cumprir promessas
Dar as mãos pra vida que o mundo tem pressa
De searas novas para o amanhã
É chegada a hora de cumprir promessas
Dar as mãos pra vida que o mundo tem pressa
De searas novas para o amanhã