Letra de Universo Campeiro - Adair de Freitas
Disco A
01
De Já Hoje
02
Meu Canto
03
Coplas de Saudade
04
Mocito
05
Pra Falar do Zaino Estrela
06
Sem Diploma ou Pedigree
07
Vento Xucro
08
Polka do Cerro Chato
09
Cantiga de Esperança
10
Quando Chora Uma Cordeona
11
Previsão
12
Meu Ranchinho
Disco B
01
Palomas Postal da Pampa
02
Obrigado Guria
03
Pampeano
04
Coplas Para Um Tresnoitado
05
Romance de um Peão Posteiro
06
Pra Cantar o Rio Grande
07
Estância da Harmonia
08
Esses Meninos
09
Changueiro de Vida e Lida
10
Universo Campeiro
11
Segredo Antigo
12
Searas de Paz
Universo Campeiro
Nessas noites em que a lua se esconde
A espiar sorrateira no oitão dos galpões
Eu me paro a bombear as cochilhas
Bagual universo aos meus olhos de peão
E da sombra sutil do arvoredo
Escuto as cantigas dos sapos nos valos
E o bufido de um sorro estraviado
Que vai no potreiro assustando os cavalos
(Em momentos assim como esse
A alma campeira de amor se desdobra
Se não tenho o que tem os do povo
O que eles não tem eu tenho de sobra)
Quando bato meus ossos de ponta
E atiro meu pala no lombo do catre
Me saluda meu cusco campeiro
Amigo e parceiro das horas de mate
Descortina o clarão da alvorada
E me vou a mangueira enfrenar o sogueiro
Já nasci pra fazer recolhida
Tenho amor neste ofício campeiro
(Em momentos assim como esse
A alma campeira de amor se desdobra
Se não tenho o que tem os do povo
O que eles não tem eu tenho de sobra)
Quando abraço a guitarra morena
Desparam da alma tripilhas de versos
E me vou mundo afora cantando
Atravesso sonhando os beirais do universo
Não preciso de naves estranhas
Que cruzam os mundos gerando conflito
Eu viajo nas asas do canto
Por todos os cantos dos meus infinitos
Nessas noites em que a lua se esconde
A espiar sorrateira no oitão dos galpões
Eu me paro a bombear as cochilhas
Bagual universo aos meus olhos de peão
E da sombra sutil do arvoredo
Escuto as cantigas dos sapos nos valos
E o bufido de um sorro estraviado
Que vai no potreiro assustando os cavalos
(Em momentos assim como esse
A alma campeira de amor se desdobra
Se não tenho o que tem os do povo
O que eles não tem eu tenho de sobra)
Quando bato meus ossos de ponta
E atiro meu pala no lombo do catre
Me saluda meu cusco campeiro
Amigo e parceiro das horas de mate
Descortina o clarão da alvorada
E me vou a mangueira enfrenar o sogueiro
Já nasci pra fazer recolhida
Tenho amor neste ofício campeiro
(Em momentos assim como esse
A alma campeira de amor se desdobra
Se não tenho o que tem os do povo
O que eles não tem eu tenho de sobra)
Quando chega o final de semana
Apesar do cansaço de tão dura lida
Me acomodo e faceiro estradeiro
Pro rancho posteiro da prenda querida
Há na luz de seus olhos matreiros
Promessas infindas de amor tão profundo
Que na volta, cantando solito
Até me parece ser dono do mundo
(Em momentos assim como esse
A alma campeira de amor se desdobra
Se não tenho o que tem os do povo
O que eles não tem eu tenho de sobra)
A espiar sorrateira no oitão dos galpões
Eu me paro a bombear as cochilhas
Bagual universo aos meus olhos de peão
E da sombra sutil do arvoredo
Escuto as cantigas dos sapos nos valos
E o bufido de um sorro estraviado
Que vai no potreiro assustando os cavalos
(Em momentos assim como esse
A alma campeira de amor se desdobra
Se não tenho o que tem os do povo
O que eles não tem eu tenho de sobra)
Quando bato meus ossos de ponta
E atiro meu pala no lombo do catre
Me saluda meu cusco campeiro
Amigo e parceiro das horas de mate
Descortina o clarão da alvorada
E me vou a mangueira enfrenar o sogueiro
Já nasci pra fazer recolhida
Tenho amor neste ofício campeiro
(Em momentos assim como esse
A alma campeira de amor se desdobra
Se não tenho o que tem os do povo
O que eles não tem eu tenho de sobra)
Quando abraço a guitarra morena
Desparam da alma tripilhas de versos
E me vou mundo afora cantando
Atravesso sonhando os beirais do universo
Não preciso de naves estranhas
Que cruzam os mundos gerando conflito
Eu viajo nas asas do canto
Por todos os cantos dos meus infinitos
Nessas noites em que a lua se esconde
A espiar sorrateira no oitão dos galpões
Eu me paro a bombear as cochilhas
Bagual universo aos meus olhos de peão
E da sombra sutil do arvoredo
Escuto as cantigas dos sapos nos valos
E o bufido de um sorro estraviado
Que vai no potreiro assustando os cavalos
(Em momentos assim como esse
A alma campeira de amor se desdobra
Se não tenho o que tem os do povo
O que eles não tem eu tenho de sobra)
Quando bato meus ossos de ponta
E atiro meu pala no lombo do catre
Me saluda meu cusco campeiro
Amigo e parceiro das horas de mate
Descortina o clarão da alvorada
E me vou a mangueira enfrenar o sogueiro
Já nasci pra fazer recolhida
Tenho amor neste ofício campeiro
(Em momentos assim como esse
A alma campeira de amor se desdobra
Se não tenho o que tem os do povo
O que eles não tem eu tenho de sobra)
Quando chega o final de semana
Apesar do cansaço de tão dura lida
Me acomodo e faceiro estradeiro
Pro rancho posteiro da prenda querida
Há na luz de seus olhos matreiros
Promessas infindas de amor tão profundo
Que na volta, cantando solito
Até me parece ser dono do mundo
(Em momentos assim como esse
A alma campeira de amor se desdobra
Se não tenho o que tem os do povo
O que eles não tem eu tenho de sobra)