Letra de Patrimonio Cultural - Os Monarcas
Disco A
01
Não Precisa ser Bonito
02
Embalando o Rio Grande a Gaita
03
O Artista é Você
04
Querência da Simplicidade
05
Nossa Cordeona
06
Eu Penso em Deus
07
Farrancho do Interior
08
Bico Doce
09
Rancheira das Prendas
10
Sou Gaúcho e Não Mudo
11
No Ronco da Baixaria.
Disco B
01
Identidade Monarca
02
Fandango à Moda Antiga
03
Milonga Madrugueira
04
Eu e o Tempo
05
Tenho que Andar
06
A Casco de Mula
07
Quando Morre um Gaiteiro
08
Patrimonio Cultural
09
Fandango de Marcar Costela
10
Recomeço
11
Nem Pisoteando não Morre
Patrimonio Cultural
Bem na porteira na entrada da fazenda
Tem um moirão que é uma obra sagrada
O João-de-Barro, nosso pedreiro bravio
Ali, construiu a sua bela morada
O velho João se tornou guardião da estância
Que é um patrimônio cultural da humanidade
Em frente à casa, sobrou um velho canhão
Que foi usado na grande revolução
Pra defender o nosso chão e a liberdade
Velha fazenda de açudes e mangueiras
Da velha porteira que o Teixeirinha falou
É um patrimônio cultural da nossa gente
Orgulhando no presente o que o passado nos legou
Velha fazenda de açudes e mangueiras
Da velha porteira que o Teixeirinha falou
É um patrimônio cultural da nossa gente
Orgulhando no presente o que o passado nos legou
Velha fazenda de grandiosos remates
Das rodas de mates entre ricos fazendeiros
Das tropas e tropas em direção à charqueada
Guaiacas recheadas, estufadas de dinheiro
Hoje, a fazenda é patrimônio cultural
Acervo bagual que orgulha o nosso povo
Contem comigo se, um dia, a guerra voltar
Pelo Rio Grande, estou pronto pra lutar
E agregar na tropa um sangue novo
Velha fazenda de açudes e mangueiras
Da velha porteira que o Teixeirinha falou
É um patrimônio cultural da nossa gente
Orgulhando no presente o que o passado nos legou
Velha fazenda de açudes e mangueiras
Da velha porteira que o Teixeirinha falou
É um patrimônio cultural da nossa gente
Orgulhando no presente o que o passado nos legou
Velha fazenda foi palco de muitas lutas
Sangrentas disputas, ainda restam sinais
Soldados farrapos, muito sangue derramado
Enquanto peleavam pelos nossos ideais
Meu bisavô nos deixou alguns bilhetes
Escrito a punho em meio ao fogo cruzado
São relatos que registram nossa história
Pra que o futuro soubesse que essa vitória
Custou a vida de muitos bravos soldados
Velha fazenda de açudes e mangueiras
Da velha porteira que o Teixeirinha falou
É um patrimônio cultural da nossa gente
Orgulhando no presente o que o passado nos legou
Velha fazenda de açudes e mangueiras
Da velha porteira que o Teixeirinha falou
É um patrimônio cultural da nossa gente
Orgulhando no presente o que o passado nos legou
É um patrimônio cultural da nossa gente
Orgulhando no presente o que o passado nos legou
Tem um moirão que é uma obra sagrada
O João-de-Barro, nosso pedreiro bravio
Ali, construiu a sua bela morada
O velho João se tornou guardião da estância
Que é um patrimônio cultural da humanidade
Em frente à casa, sobrou um velho canhão
Que foi usado na grande revolução
Pra defender o nosso chão e a liberdade
Velha fazenda de açudes e mangueiras
Da velha porteira que o Teixeirinha falou
É um patrimônio cultural da nossa gente
Orgulhando no presente o que o passado nos legou
Velha fazenda de açudes e mangueiras
Da velha porteira que o Teixeirinha falou
É um patrimônio cultural da nossa gente
Orgulhando no presente o que o passado nos legou
Velha fazenda de grandiosos remates
Das rodas de mates entre ricos fazendeiros
Das tropas e tropas em direção à charqueada
Guaiacas recheadas, estufadas de dinheiro
Hoje, a fazenda é patrimônio cultural
Acervo bagual que orgulha o nosso povo
Contem comigo se, um dia, a guerra voltar
Pelo Rio Grande, estou pronto pra lutar
E agregar na tropa um sangue novo
Velha fazenda de açudes e mangueiras
Da velha porteira que o Teixeirinha falou
É um patrimônio cultural da nossa gente
Orgulhando no presente o que o passado nos legou
Velha fazenda de açudes e mangueiras
Da velha porteira que o Teixeirinha falou
É um patrimônio cultural da nossa gente
Orgulhando no presente o que o passado nos legou
Velha fazenda foi palco de muitas lutas
Sangrentas disputas, ainda restam sinais
Soldados farrapos, muito sangue derramado
Enquanto peleavam pelos nossos ideais
Meu bisavô nos deixou alguns bilhetes
Escrito a punho em meio ao fogo cruzado
São relatos que registram nossa história
Pra que o futuro soubesse que essa vitória
Custou a vida de muitos bravos soldados
Velha fazenda de açudes e mangueiras
Da velha porteira que o Teixeirinha falou
É um patrimônio cultural da nossa gente
Orgulhando no presente o que o passado nos legou
Velha fazenda de açudes e mangueiras
Da velha porteira que o Teixeirinha falou
É um patrimônio cultural da nossa gente
Orgulhando no presente o que o passado nos legou
É um patrimônio cultural da nossa gente
Orgulhando no presente o que o passado nos legou